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Entenda caso de família expulsa de voo da Air France, em Paris

Passageiros foram retirados de voo com destino a Salvador após impasse em torno de assentos na classe executiva; companhia alega indisciplina e passageiros citam prejuízo financeiro

19 jan 2026 - 15h31
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O voo AF562 da companhia aérea Air France, que realizava o trajeto entre Paris e Salvador na madrugada da última quarta-feira (14), foi marcado pelo desembarque forçado de uma família baiana. Segundo o g1, o incidente ocorreu no Aeroporto Charles de Gaulle após um desacordo sobre a ocupação de assentos na classe executiva.

Foto: Arquivo pessoal/ g1 / Perfil Brasil

Ivan Lopes, acompanhado de sua esposa e duas filhas, relatou ao portal g1 que adquiriu um upgrade da classe econômica premium para a executiva durante o check-in em Milão, pelo valor de 399 euros por pessoa, totalizando 1.596 euros. No portão de embarque em Paris, a empresa comunicou que o upgrade de uma das filhas não seria mantido devido a um problema técnico no assento 7L.

Segundo o passageiro, ao entrar na aeronave, o assento 7L estava ocupado por outra pessoa, enquanto a poltrona com defeito seria a 5L. A família afirma que o questionamento da situação resultou em gritos por parte do comandante e na retirada do grupo do avião por policiais.

Em nota oficial, a Air France confirmou a retirada dos quatro passageiros, classificando-os como "indisciplinados". A companhia informou que a decisão do comandante visou garantir a segurança e a ordem da viagem. Segundo a empresa:

  • Um assento da executiva estava inoperante.

  • O upgrade foi cancelado para um dos passageiros para priorizar um cliente que havia comprado o bilhete originalmente naquela classe.

  • Foi oferecida a reacomodação de todos na classe econômica premium, mas o grupo optou por dividir-se entre as cabines.

  • Já a bordo, o comportamento dos passageiros teria sido inadequado, motivando o desembarque em conformidade com a legislação internacional.

Após o desembarque, Ivan Lopes declarou que não houve assistência imediata ou realocação por parte da companhia. A família adquiriu novas passagens em outra empresa para retornar ao Brasil. O prejuízo estimado pelo passageiro é de cerca de 16 mil euros, valor que abrange os bilhetes originais, os upgrades, as novas passagens, transporte e alimentação.

O caso será objeto de uma ação judicial contra a companhia aérea. A Air France reiterou que a política de venda de upgrades prevê reembolsos em casos de cancelamento por problemas técnicos e que a segurança é a prioridade da operação.

Perfil Brasil
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