Em janeiro, um pequeno lampejo de esperança foi visto pela primeira vez na Coreia do Sul. Após anos de desastre demográfico, o país finalmente viu um número crescente, quebrando uma sequência de quase uma década. Foram 243 mil nascimentos, 3,1% a mais que em 2023. Mas por enquanto, foi de pouca utilidade, tanto que agora estão oferecendo incentivos para recém-nascidos dos quais ninguém tinha ouvido falar antes.
Dados "favoráveis"
Os 243 mil nascimentos representam um número positivo, mas não tanto quando colocamos a situação em perspectiva, já que está bem abaixo do que o país lidava há pouco tempo. Em 2024, nasceram cerca de 242 mil bebês na Coreia do Sul, mas em 2015 foram 444 mil e há apenas cinco anos eram cerca de 310 mil.
Dados do Grupo Banco Mundial mostram que desde a década de 1960 a Coreia viu sua taxa de fertilidade cair a uma taxa alarmante: de 5,9 em 1960 para 0,8 há três anos. Em 2023, marcou uma nova baixa histórica ao ficar em 0,72. E tem mais: 2024 também deixou mais mortes, 360.757, 1,93% a mais que em 2023. Novamente, o resultado geral é muito ruim, apesar de mais bebês terem nascido nos hospitais do país. Embora a população tenha caído em menor grau do que em 2023, ela ainda caiu sem que o saldo migratório tenha sido resolvido.
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