'Maduro não tem legitimidade democrática', diz UE

Bloco também anunciou sanções contra 15 dirigentes chavistas

10 jan 2025 - 13h58
(atualizado às 14h17)

A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou nesta sexta-feira (10) que Nicolás Maduro não tem a "legitimidade de um presidente eleito democraticamente" na Venezuela.

    "A UE apoia o povo venezuelano em sua defesa da democracia", disse a alta representante do bloco para Política Externa, em nota divulgada em nome dos 27 Estados-membros.

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    No comunicado, Kallas também anunciou novas sanções econômicas contra 15 representantes do regime Maduro que "minam a democracia e os direitos humanos".

    "A União Europeia é solidária com o povo da Venezuela, que votou pacificamente em 28 de julho de 2024 para determinar o futuro de seu país. Milhões de venezuelanos votaram por uma mudança democrática ao apoiar Edmundo González Urrutia por ampla maioria, de acordo com as cópias das atas eleitorais disponíveis", destacou a alta representante.

    Kallas ainda garantiu que a UE "continuará trabalhando com os venezuelanos e parceiros regionais e internacionais para promover o diálogo e uma saída democrática para a crise".

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