Popularidade não salvou: Guia gastronômico aponta as piores bebidas do Brasil

O guia gastronômico norte-americano TasteAtlas, especializado em avaliar comidas e bebidas pelo mundo, elencou as piores bebidas brasileiras. Algumas são extremamente populares em regiões do país.

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O portal realizou uma eleição online e recebeu 5.319 votos, desconsiderando bots e rastreando possíveis tentativas de fraudes na votação.

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O resultado apontou a catuaba, a cachaça e a cajuína como as piores bebidas que são consumidas no Brasil.

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Porém, essas bebidas são típicas de regiões brasileiras e consideradas por muitos como verdadeiros patrimônios da gastronomia local.

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A catuaba recebeu pontuação 3.1 e foi eleita a pior bebida brasileira em sabor. Ela é feita a partir da infusão de cascas de árvores nativas (principalmente da espécie Trichilia catigua).

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Algumas catuabas podem incluir guaraná e marapuama (também conhecida como muirapuama) na receita. A marapuama é usada há séculos por indígenas como afrodisíaco.

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Com grau alcoólico próximo de 16,5%, a catuaba costuma ser apresentada ao público em uma garrafa plástica característica.

Foto: Divulgação/Selvagem Oficial

Refrescante e podendo ser combinada com outros ingredientes gelados, a catuaba é considerada 'democrática' por seu baixo custo.

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A cachaça recebeu pontuação 3.7 e aparece como a segunda pior bebida do Brasil para a TasteAtlas.

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Mundialmente famosa por ser ingrediente da famosa "caipirinha", a cachaça é obtida através da fermentação e destilação do caldo de cana ou do melaço.

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Em visita ao Brasil em setembro, para se apresentar no Rock in Rio, o ator e rapper americano Will Smith provou muitos quitutes típicos do país e disse que adora caipirinha.

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Completa o "pódio" das piores bebidas do Brasil a cajuína, com nota 3.8. Quem não gostou desse resultado foi o povo piauiense.

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Típica do nordeste brasileiro, a cajuína é considerada Patrimônio Cultural do Piauí tamanha a relevância da bebida para o estado.

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Preparada a partir do suco de caju, sem álcool, clarificada e esterilizada, apresenta uma cor amarelo-âmbar resultante da caramelização dos açúcares naturais do suco.

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Com a mesma pontuação de 3,8, mas colocado na quarta posição, aparece o regionalíssimo tucupi.

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Característico do norte e nordeste brasileiro, o tucupi é uma bebida resultante do processo de fermentação da manipueira, subproduto da mandioca. Tem sabor ácido e aroma bem definido.

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Na quinta colocação, também com nota 3.8, surge a bebida chamada Caju Amigo, que é feita com a fruta típica do nordeste, acrescida de vodca, açúcar e doce de caju em calda.

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A Caipiroska aparece no sexto lugar da votação de piores bebidas brasileiras com uma pontuação de 3.9.

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É um coquetel que é uma variação da caipirinha, em que a cachaça é substituída pela vodca, misturada a pedaços de limão espremidos, água e açúcar. Podem ser adicionados suco e polpa de frutas para variar a cor e o sabor.

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E encerra o ranking das piores bebidas brasileiras o famoso Quentão, também com nota 3.9.

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É uma bebida quente e tradicionalmente consumida nas quermesses e festas juninas do Brasil. Pode ser feita com vinho tinto (mais no sul do país) ou cachaça (nordeste e sudeste).

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