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Política

Veja como foi o julgamento no STF que tornou Bolsonaro e aliados réus

Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira, 26, receber a denúncia da PGR

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Última atualização há 21 horas
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Por unanimidade, STF torna Bolsonaro e aliados réus por tentativa de golpe

Por unanimidade, STF torna Jair Bolsonaro e sete aliados réus por golpe de Estado:

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tornaram, por unanimidade, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete aliados réus por tentativa de golpe de Estado. A sessão com a Primeira Truma do STF terminou no início da tarde desta quarta-feira, 26. Agora, será aberto um processo penal contra os acusados, em que será analisado efetivamente o mérito das acusações. [LEIA MAIS]

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Última atualização há 18 horas
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Quando será o julgamento de Bolsonaro por trama golpista?

O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro deixa sua casa após uma operação de busca, em Brasília, Brasil, 3 de maio de 2023.
O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro deixa sua casa após uma operação de busca, em Brasília, Brasil, 3 de maio de 2023.
Foto: Reuters/Adriano Machado

Jair Bolsonaro (PL) e outros sete aliados se tornaram réus por tentativa de golpe de Estado. Com isso, é aberto um processo penal contra os acusados, em que será analisado efetivamente o mérito das acusações. Mas já há uma data definida para que o ex-presidente seja julgado? [SAIBA AQUI].

Última atualização há 19 horas
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Aliados do governo Lula comemoram decisão do STF que tornou Bolsonaro réu

Aliados do governo Lula comemoraram a decisão que tornou Bolsonaro e mais sete aliados réus por tentativa de golpe de Estado nesta quarta-feira, 26. Nas redes sociais, deputados, partidos, entre outros críticos de Bolsonaro se manifestaram.

"É muito significativo que esta decisão tenha sido tomada à luz dos fatos apresentados na denúncia da PGR, no curso do devido processo legal, com garantia ampla do direito de defesa aos acusados. Tudo transcorrido no estado democrático de direito que os réus tentaram abolir", escreveu no X Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais. [LEIA MAIS].

Última atualização há 19 horas
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Réu por tentativa de golpe, Bolsonaro chama acusações de 'graves e infundadas'

Réu, Bolsonaro chama acusações de graves e infundadas
Réu, Bolsonaro chama acusações de graves e infundadas
Foto: Reprodução/GloboNews

Após se tornar réu por tentativa de golpe de Estado, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) conversou com jornalistas e classificou as acusações como "graves e infundadas".

"Vivemos um momento de intranquilidade no Brasil, por causa da criatividade de alguns", disse Bolsonaro. "Espero botar um ponto final nisso aí. Parece que tem algo pessoal contra mim e as acusações são muito graves, são infundadas". [LEIA MAIS]

Última atualização há 19 horas
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Quando os demais denunciados por trama golpista vão ser julgados?

O julgamento do núcleo 1, que integra Jair Bolsonaro, Walter Braga Netto, Paulo Sérgio Nogueira, Mauro Cid, Almir Garnier, Alexandre Ramagem e Anderson Torres, teve início na terça-feira, 25, e foi concluído nesta quarta, 26. Por unanimidade, todos se tornaram réus.

Já o núcleo 2 está com o julgamento marcado para o dia 29 de abril. O núcleo 3 será julgado em 8 de abril. O núcleo 4 será no dia 6 de maio. Por fim, o núcleo 5 está com a denúncia sob análise de Alexandre de Moraes e sem data para ir a julgamento. [LEIA MAIS].

Última atualização há 19 horas
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Quais são os próximos passos do STF agora que Bolsonaro é réu?

Jair Bolsonaro (PL)
Jair Bolsonaro (PL)
Foto: MATEUS BONOMI/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

O fato de o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete aliados virarem réus por tentativa de golpe não torna os envolvidos culpados e nem garante a prisão deles. A partir de agora, a Corte instaura o processo criminal e dá início a fase de 'instrução processual'. Mas o que isso significa? [ENTENDA AQUI PRÓXIMOS PASSOS].

Última atualização há 19 horas
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Flávio critica Moraes por vídeos: 'Claro objetivo de prejudicar o réu?'

FLAVIO BRASÍLIA DF 17.07.2024 FLÁVIO BOLSONARO/ CCJ DO SENADO POLÍTICA OE- O senador Flávio Bolsonaro ( PL- RJ) durante sessão da Comissão de Constituição e Justiça ( CCJ) do Senado Federal em Brasília realizada na manhã desta quarta-feira 17 de Julho de 2024. FOTO: WILTON JUNIOR/ ESTADÃO
FLAVIO BRASÍLIA DF 17.07.2024 FLÁVIO BOLSONARO/ CCJ DO SENADO POLÍTICA OE- O senador Flávio Bolsonaro ( PL- RJ) durante sessão da Comissão de Constituição e Justiça ( CCJ) do Senado Federal em Brasília realizada na manhã desta quarta-feira 17 de Julho de 2024. FOTO: WILTON JUNIOR/ ESTADÃO
Foto: Estadão Conteúdo

Flávio Bolsonaro (PL), senador pelo Rio de Janeiro e o primeiro filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, criticou a exibição de vídeos no julgamento minutos após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade de seus ministros, tornar o ex-presidente réu por tentativa de golpe de Estado.

"É juiz ou promotor? Como que exibe um vídeo que não está nos autos e com o claro objetivo de prejudicar o réu? Não sobrou nada do Estado Democrático de Direito. A Constituição virou cinzas", escreveu o senador nas redes sociais. [LEIA MAIS].

Última atualização há 19 horas
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'Precisamos ter liberdade de defesa', diz advogado de Bolsonaro

Advogado Celso Vilardi, que defende Jair Bolsonaro (PL)
Advogado Celso Vilardi, que defende Jair Bolsonaro (PL)
Foto: Reprodução/GloboNews

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado Celso Vilardi, que defende Jair Bolsonaro (PL), afirmou à imprensa que "precisa de liberdade de defesa". 

"Precisamos ter liberdade de defesa, senão é muito complicado. O alerta que nós estamos fazendo desde a apresentação da defesa e na sustentação oral de ontem, é o que aconteceu hoje: trechos de diálogos. Estão dentro do contexto? Fora do contexto? tem alguma coisa mais ou a menos? Nós não sabemos. Então, nós precisamos ter e esperamos que tenhamos, a partir de agora, uma plenitude de defesa que é o que determina a Constituição Federal", disse Vilardi. [LEIA MAIS].

Última atualização há 19 horas
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Moraes diz que 'não há nenhuma dúvida' de que Bolsonaro sabia de 'minuta do golpe'

Moraes diz que ‘não há nenhuma dúvida’ de que Bolsonaro sabia de ‘minuta do golpe’:
Última atualização há 19 horas
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Como foi o 2º dia de julgamento no STF?

Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) continua o julgamento sobre o recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sete aliados
Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) continua o julgamento sobre o recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sete aliados
Foto: Antonio Augusto/STF

- Os cinco ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tornaram, nesta quarta-feira, 26, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete aliados réus por tentativa de golpe de Estado;

- Na sessão de hoje, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, apresentou seu voto, acatando integralmente a denúncia da PGR. Em seguida, Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin seguiram o voto do relator, e a denúncia foi recebida por unanimidade.

- Diferente das sessões de terça-feira, 25, Jair Bolsonaro não acompanhou a votação do colegiado no plenário do STF, mas no gabinete de seu filho, Flávio Bolsonaro (PL). 

- A sessão iniciou com a leitura do voto de Moraes. O relator afirmou que é necessária a "comprovação da materialidade dos delitos imputados aos denunciados", disse que isso já foi reconhecido pelo STF em 474 denúncias e avaliou que os fatos ocorrido no dia 8 de janeiro são graves. 

- Para ilustrar a materialidade dos crimes, Moraes pediu a exibição de vídeos das ações que ocorreram na data dos atos golpistas. "É um absurdo as pessoas dizerem que não houve agressão. Nenhuma bíblia, nenhum batom é visto nesse momento. Mas a depredação ao patrimônio público, o ataque à polícia, é visto."

- Moraes relembrou que a denúncia cita que Bolsonaro coordenou os integrantes de seu governo na narrativa para atacar as instituições do País e a criação do "gabinete do ódio". O ministro ainda citou um discurso de Bolsonaro na Avenida Paulista, em setembro de 2021, em que o então presidente "após algumas 'palavras carinhosas contra minha pessoa', disse que não cumpriria mais ordens judiciais". 

- Flávio Dino foi o segundo a votar e afirmou que as próprias sustentações orais chamaram sua atenção e foram no sentido da materialidade da denúncia. Ele também destacou que foram apreendidas armas, inclusive durante o 8 de janeiro de 2023, lembrou que muitos dos participantes eram policiais e membros das Forças Armadas e que "há gente mais apaixonada pelas armas do que pelos cônjuges".

- Luiz Fux foi o terceiro a votar, elogiou Moraes ao dizer que o colega "esclareceu quem fez o quê" e pontuou que "em hipótese alguma pode dizer que não aconteceu nada". Fux também citou o "caso do batom" -- em que a cabeleireira Débora dos Santos pichou a estátua "A Justiça".

- Cármen Lúcia foi a quarta a votar e foi direta na defesa da democracia e relembrou os riscos de quedas institucionais. "Ditadura mata", afirmou. A ministra ainda declarou que os atos de 8 de janeiro não foram fatos isolados, mas o resultado de uma engrenagem construída. 

- Cristiano Zanin foi o último a votar e, no fim, declarou: "A Turma por uninanimidade recebeu a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República".

- Durante o julgamento, os ministros Alexandre de Moraes e Luiz Fux divergiram em relação ao caso da cabeleireira Débora Santos. Ela foi acusada de pichar a estátua da Justiça, em Brasília, com batom nos atos de 8 de janeiro. 

- Os ministros Flávio Dino, de 56 anos, e Alexandre de Moraes, também de 56, protagonizaram uma cena de descontração em meio ao julgamento. Os magistrados brincaram com as idades um do outro e com a proximidade de suas aposentadorias.

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Última atualização há 20 horas
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'Golpe de Estado mata', afirma Dino em voto de julgamento de Bolsonaro

‘Golpe de Estado mata’, afirma Flávio Dino durante voto de julgamento de Bolsonaro:
Última atualização há 20 horas
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Com Bolsonaro, Brasil mantém tradição de ex-presidentes virarem réus

Bolsonaro acompanhou o julgamento sentado na primeira fileira.
Bolsonaro acompanhou o julgamento sentado na primeira fileira.
Foto: Divulgação/STF

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete pessoas por tentativa de golpe de estado. Com isso, ele se torna o primeiro ex-presidente do Brasil réu em um processo desta natureza.

Com a decisão, Bolsonaro se junta a outros cinco ex-presidentes vivos que viraram réus (por motivos diferentes):

- José Sarney (MDB);
- Fernando Collor de Mello;
- Lula (PT);
- Dilma Rousseff (PT);
- Michel Temer (MDB)

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Última atualização há 20 horas
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Dino brinca com pronúncia de nome, cita Trump e arranca risada de ministros

Dino brinca com pronúncia de nome, cita Trump e arranca risos de ministros: 'Michel ou Maicon?':

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino sustentou seu voto na análise da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Jair Bolsonaro (PL) e sete aliados do ex-presidente com seriedade, mas também arrancou risadas dos colegas ao brincar com o nome "Michael Procopio" – fazendo até uma referência inusitada a Michael Jackson e Donald Trump. [SAIBA COMO FOI].

Última atualização há 20 horas
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Após STF aceitar denúncia, qual deve ser a pena de Bolsonaro caso seja condenado?

Jair Bolsonaro (PL)
Jair Bolsonaro (PL)
Foto: PEDRO KIRILOS/ESTADÃO CONTEÚDO

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tornando-o réu.

Agora, o caso vai a julgamento na mesma Corte, podendo ocasionar na prisão do ex-mandatário. Por se tratar de mais de um crime a ser julgado, a definição da pena pode ser feita de diferentes formas. [ENTENDA].

Última atualização há 20 horas
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Dino e Moraes brincam com idades e aposentadoria compulsória: 'Vossa excelência primeiro'

Dino e Moraes dão risada ao falar de idades e aposentadoria compulsória durante julgamento de denúncia da PGR contra Bolsonaro
Dino e Moraes dão risada ao falar de idades e aposentadoria compulsória durante julgamento de denúncia da PGR contra Bolsonaro
Foto: Reprodução/TV Justiça

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, de 56 anos, e Alexandre de Moraes, também de 56, protagonizaram uma cena de descontração nesta quarta-feira, 26, em meio ao julgamento que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras sete pessoas réus por tentativa de golpe de Estado. Os magistrados brincaram com as idades um do outro e com a proximidade de suas aposentadorias. [LEIA MAIS].

Última atualização há 20 horas
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Saiba como foi o voto de Moraes a favor do recebimento da denúncia

Moraes vota para tornar Bolsonaro e mais sete aliados réus por tentativa de golpe:

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes ironizou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enquanto justificava seu voto para torná-lo réu na denúncia por tentativa de golpe de estado, chamando os ataques que sofreu de "palavras carinhosas". 

Em sua fala, Moraes declarou que o ex-presidente teve participação ao ordenar a manutenção de manifestações na frente de quartéis e disse que "não há mais nenhuma dúvida que o denunciado Jair Messias Bolsonaro conhecia, manuseava e discutiu sobre a minuta do golpe". [LEIA MAIS].

Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia durante segundo dia de julgamento no STF
Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia durante segundo dia de julgamento no STF
Foto: Antonio Augusto/STF
Última atualização há 20 horas
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Cármen Lúcia e Moraes citam que Trump elogiou sistema eleitoral brasileiro

Ministra Cármen Lúcia em segundo dia de julgamento no STF
Ministra Cármen Lúcia em segundo dia de julgamento no STF
Foto: Rosinei Coutinho/STF

Durante o segundo dia de julgamento sobre a denúncia contra Jair Bolsonaro (PL) e sete aliados por tentativa de golpe de Estado, os ministros Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia ressaltaram que Donald Trump elogiou o sistema eleitoral brasileiro em um decreto que altera as regras eleitorais dos Estados Unidos.

"Brasil citado expressamente como modelo de sucesso por Donald Trump, enquanto aqui houve toda essa preparação para se colocar em dúvida", disse Moraes. [LEIA MAIS]. 

Última atualização há 20 horas
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STF marca julgamento da denúncia contra o 'núcleo 4' da tentativa de golpe

O presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cristiano Zanin, marcou para os dias 6 e 7 de maio o início do julgamento da denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra mais um núcleo que integra o inquérito do golpe. Desta vez, será julgado o grupo acusado de atuar na produção e disseminação de desinformação e ataques ao sistema eleitoral. [LEIA MAIS].

Última atualização há 20 horas
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Moraes cita ato de Bolsonaro na Paulista e ironiza: 'Palavras carinhosas em relação a minha pessoa'; veja

Moraes cita ato de Bolsonaro na Paulista e ironiza: ‘Palavras carinhosas em relação a minha pessoa’:
Última atualização há 20 horas
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Pichação com batom vira divergência entre Moraes e Fux no STF

Ministro Fux, do STF
Ministro Fux, do STF
Foto: Rosinei Coutinho/STf

Em meio ao julgamento que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete aliados réus por tentativa de golpe, Alexandre de Moraes, que é relator do caso, divergiu de Luiz Fux em relação ao caso da cabeleireira Débora Santos, acusada de pichar a estátua da Justiça com batom nos atos de 8 de janeiro.

Fux já havia pedido vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso, enquanto Moraes votou a favor da prisão da mulher por 14 anos, além do pagamento de uma multa de R$ 50 mil. Na sessão desta quarta-feira, Fux justificou sua decisão e o por quê de ter divergido do voto do relator. [LEIA MAIS].

Última atualização há 20 horas
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Moraes cita decreto de Trump com elogios ao sistema eleitoral do Brasil; assista

Moraes cita decreto de Trump com elogios ao sistema eleitoral do Brasil em julgamento de Bolsonaro:
Última atualização há 20 horas
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Bolsonaro se manifesta pela 1ª vez após se tornar réu por unanimidade

Jair Bolsonaro (PL)
Jair Bolsonaro (PL)
Foto: MATEUS BONOMI/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifestou pela primeira vez após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) torná-lo réu, juntamente com mais sete aliados, pela tentativa de golpe de Estado. 

Bolsonaro escreveu na redes sociais: "Estão com pressa. Muita pressa. O processo contra mim avança a uma velocidade 14 vezes maior que o do Mensalão e pelo menos 10 vezes mais rápida que o de Lula na Lava Jato". [LEIA MAIS].

Última atualização há 21 horas
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Cercado por aliados, Bolsonaro faz oração durante 2º dia de julgamento; veja

Cercado por aliados, Bolsonaro faz oração durante segundo dia de julgamento:
Última atualização há 21 horas
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Zanin vota a favor do recebimento da denúncia

O ministro Cristiano Zanin também acompanhou o relator do caso, Alexandre de Moraes, e votou a favor do recebimento da denúncia contra o ex-presidente Bolsonaro (PL) e mais sete.

"A Turma por uninanimidade recebeu a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República", declarou.

Última atualização há 21 horas
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Cristiano Zanin começa a leitura de seu voto

Cristiano Zanin começa a leitura de seu voto
Cristiano Zanin começa a leitura de seu voto
Foto: Reprodução/TV Justiça
Última atualização há 21 horas
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Cármen Lúcia vota a favor pelo recebimento da denúncia

A ministra Cármen Lúcia foi a quarta a votar e questionou se as as pessoas que participaram da invasão aos Três Poderes foram por acaso: "Vieram por acaso para a 'festa da Selma'?".

Cármen Lúcia também disse que "ditadura mata". "Ditadura vive da morte, não apenas da sociedade, não apenas da democracia, mas de seres humanos de carne e osso que são torturados, mutilados, assassinados todas às vezes que contrariar o interesse daquele que detém o poder para o seu próprio interesse. Não é para o benefício de todos. Esse é um assunto gravíssimo", destacou.

A ministra acompanhou o voto do relator e foi a favor de recebimento da denúncia. "Denúncia não é inepta porque ela descreve os indícios, os fatos, as circunstâncias, as horas, dias, documentos, que vai se verificar essa concatenação. [...] A violência aconteceu, não foi ocasional", afirmou.

Última atualização há 21 horas
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Cármen Lúcia começa a leitura de seu voto

Cármen Lúcia começa a leitura de seu voto
Cármen Lúcia começa a leitura de seu voto
Foto: Reprodução/TV Justiça
Última atualização há 21 horas
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Urgente: STF forma maioria para tornar réus Bolsonaro e mais 7

Além de Alexandre de Moraes e Flávio Dino, Luiz Fux votou pelo recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República. Com o voto, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para tornar réus o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete por tentativa de golpe. Ainda faltam votar os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Última atualização há 21 horas
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Luiz Fux: "Ministro Alexandre nos esclareceu quem fez o quê"

Em seu voto, Luiz Fux disse que "em hipótese alguma pode se dizer que não aconteceu nada", elogiou o relatório do relator do caso, Alexandre de Moraes, e afirmou que o ministro "nos esclareceu quem fez o quê".

Fux também acompanhou o voto do relator e foi favorável ao recebimento da denúncia: "Quero acompanhar o relator e, ao mesmo tempo, dizer que nós devemos manter a grande e extraordinária esperança de que o nosso País continuará a viver um Estado Democrático de Direito, onde teremos segurança, justiça, verdade e liberdade."

Última atualização há 21 horas
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Luiz Fux começa a leitura de seu voto

Luiz Fux começa a leitura de seu voto
Luiz Fux começa a leitura de seu voto
Foto: Reprodução/TV Justiça
Última atualização há 21 horas
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Flávio Dino vota à favor do recebimento da denúncia

Flávio Dino acompanha Moraes e vota para tornar Bolsonaro réu por tentativa de golpe:

Flávio Dino também comparou o ataque de 8 de janeiro de 2023 com o ataque ao Capitólio, de 6 de janeiro de 2021. Para o ministro, o culto às armas e a organização de acampamentos são alguns pontos em comum entre os dois eventos.

Durante seu voto, Dino citou o filme Ainda Estou Aqui, afirmou que milhares de pessoas podem morrer em decorrência de um golpe de estado e que o fato de não ter sido consumado, não afasta a punibilidade da tentativa. "Se tivesse sido consumado, não haveria juiz para julgar", pontuou.

Flávio Dino vota à favor do recebimento da denúncia
Flávio Dino vota à favor do recebimento da denúncia
Foto: Reprodução/TV Justiça

"Tenho muita convicção de que as razões técnicas expedidas pelo relator são suficientes para, neste momento, acompanhá-lo", disse Dino, votando à favor do recebimento da denúncia.

Última atualização há 21 horas
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Dino: 'Há gente mais apaixonada pelas armas do que pelos cônjuges'

Em seu voto, Flávio Dino afirmou que houve, sim, armas apreendidas, inclusive no dia 8 de janeiro de 2023. "Barras de ferro, cercas, tacos de beisesol, canos de PVC", listou o ministro.

Dino também lembrou que muitos dos participantes eram policiais e membros das Forças Armadas e que "há gente mais apaixonada pelas armas do que pelos cônjuges" e que alguns "dormem com suas armas, embaixo do travesseiro, na cama, ao lado da mesa de cabeceira".

Última atualização há 22 horas
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'Chamou minha atenção', diz Dino sobre sustentações das defesas

Flávio Dino é o segundo a votar sobre a denúncia dos acusados. No início da leitura de seu voto, o ministro disse que as próprias sustentações orais chamaram sua atenção e foram no sentido da materialidade da denúncia. "Não foi tanto desmaterializar, mas sim afastar autorias", afirmou Dino. 

Última atualização há 22 horas
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Flávio Dino começa a leitura de seu voto

Flávio Dino começa a leitura de seu voto
Flávio Dino começa a leitura de seu voto
Foto: Reprodução/TV Justiça
Última atualização há 22 horas
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Moraes vota para tornar Bolsonaro réu

Moraes vota para tornar Bolsonaro réu
Moraes vota para tornar Bolsonaro réu
Foto: Reprodução/TV Justiça

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, votou por aceitar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete por tentativa de golpe de Estado.

"As provas produzidas pela Polícia Federal já seriam suficientes para demostrar justa causa para abertura da ação penal, mas além disso há vários depoimentos corroborando isso. [...] Eu voto pelo recebimento de denúncia oferecida pela PGR", disse Moraes.

Última atualização há 22 horas
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Moraes sobre Bolsonaro: "Conhecia, manuseava e discutiu sobre a minuta do golpe"

Em relação a Bolsonaro, Moraes rebateu o argumento apresentado pela defesa de que não há provas e afirmou que "há indícios razoáveis para recebimento da denúncia" e relembrou a existência do chamado "gabinete do ódio".

O relator também disse que a denúncia cita que Bolsonaro coordenou os integrantes do governo federal para atuarem na construção de uma narrativa para atacar as instituições.

Moraes ainda lembrou um discurso de Bolsonaro na Avenida Paulista, em setembro de 2021, em que o então presidente "após algumas 'palavras carinhosas contra minha pessoa' disse que não cumpriria mais ordens judiciais". 

O relator mostrou o documento que está nos autos que mostra o que ocorreria após o golpe de estado e como seria divisão de poder.

"O presidente determinou após as eleições que assinasse uma nota pela manutenção das pessoas na frente dos quartéis. Por ordem do então Presidente da República, os comandantes assinaram essa nota. Hoje, ninguém mais tem dúvida, porque o STF já se deparou com o tema e já realizou diversas condenações, que é crime, é infração penal, você acampar na frente de quartéis para pedir decretação de golpe de Estado. E esse pedido foi feito pelo presidente ora denunciado", disse o relator.

"Não há mais nenhuma dúvida que o denunciado Jair Messias Bolsonaro conhecia, manuseava e discutiu sobre a minuta do golpe. As interpretações sobre o fato vão ocorrer durante a instrução processual penal [...] Mas não há duvida de que ele tinha conhecimento da minuta do golpe", declarou Moraes.

Segundo Moraes, a Procuradoria apontou "elementos mais do que suficientes" para o recebimento da denúncia contra Bolsonaro.

Última atualização há 23 horas
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'Indícios fortes de autoria', diz Moraes sobre Ramagem instruir Bolsonaro sobre ataque às urnas

O relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, leu uma mensagem entre Alexandre Ramagem e Jair Bolsonaro, obtida durante as investigações, em que o ex-diretor da Abin traz comentários sobre estratégias de ataque às urnas.

Para Moraes, esse é um "indício forte de autoria" de Ramagem na tentativa de golpe.

Última atualização há 23 horas
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Cármen Lúcia interrompe Zanin e aponta erro no início do 2º dia de julgamento; veja

Cármen Lúcia corrige Zanin após ministro esquecer leitura de ata em julgamento de Bolsonaro:

[LEIA MAIS]

Última atualização há 23 horas
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Cármen Lúcia diz que presidente dos EUA elogiou urnas brasileiras

Durante o voto de Moraes, a ministra Cármen Lúcia ressaltou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, colocou o Brasil como modelo de sucesso no uso de urnas eletrônicas

"Enquanto aqui, no Brasil, houve toda essa preparação para colocar em dúvida as urnas eletrônicas", acrescentou Moraes.

Última atualização há 23 horas
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Moraes rebate argumento apresentado por defesa de Ramagem

Durante a sustentação oral, a defesa do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor da Abin, alegou que a Procuradoria-Geral da República só apresentou indícios "singelos" sobre a participação de Ramagem na tentativa de golpe.

Moraes rebateu dizendo que "há, sim, indícios mínimos de autoria" e exibiu um documento de texto criado por Ramagem chamado de "Bom dia presidente". Nesse arquivo, é relatada a criação de um grupo com o objetivo de atacar as urnas eletrônicas. O relator questionou "Onde há a previsão legal para Abin estabelecer um grupo para atacar urnas eletrônicas?".

Última atualização há 23 horas
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Moraes vê justa causa para abrir ação penal

O ministro afirmou que "não há portanto nenhuma inépcia da denúncia como alegado pelas defesas" e diz que está "presente a justa causa para instauração da ação penal". Além disso, Moraes afirmou que foi assegurado o direito à ampla defesa e que há "elementos sérios e idôneos" na denúncia da Procuradoria-Geral da República.

Última atualização há 23 horas
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Moraes exibe vídeo e diz que as imagens não deixam dúvida da gravidade dos delitos

Moraes exibe vídeo com atos de violência para provar materialidade do 8/1: ‘Nenhuma bíblia é vista’:

Em seu voto, Moraes colocou um vídeo de comprovação de materialidade dos crimes. As imagens mostraram os vários atos de violência que aconteceram no dia 8 de janeiro de 2023.

"Nenhuma bíblia, nenhum batom é visto nesse momento. Mas a depredação ao patrimônio público, o ataque a polícia, é visto. O pedido de intervenção militar, o golpe no Congresso, as pessoas filmando e incentivando a resistência da polícia legislativa, bombas, é bom lembrarmos que tivemos tentativa de golpe de estado violentíssimo, fogo, destruição ao patrimônio público, dano qualificado."

"As imagens não deixam nenhuma dúvida da materialidade, da gravidade dos delitos praticados numa sequência narrada pela PGR", acrescentou o relator.

Última atualização há 23 horas
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Moraes: "É um absurdo as pessoas dizerem que não houve agressão"

O relator, Alexandre de Moraes, também afirmou que a materialidade dos crimes fica comprovada porque a "materialidade exige violência ou grave ameaça".

"A materialidade desses crimes fica comprovada porque a materialidade exige violência ou grave ameaça e aqueles que se esqueceram, de boa ou má fé, que houve gravíssima violência contra pessoa, ao policial que foi retirado do seu cavalo e foi agredido covardemente, os policiais judiciais precisaram resistir bravamente gastaram toda munição, não letal obviamente, gastaram todas bombas de efeito moral para não deixar os golpistas invadirem esse anexo dois, nós tivemos aqui nossos servidores, policiais agredidos. É um absurdo as pessoas dizerem que não houve agressão", disse.

Última atualização há 23 horas
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Moraes: "Crimes praticados em 8/1 em relação a sua materialidade foram gravíssímos"

Durante o seu voto, Moraes afirmou que é importante relembrar os fatos ocorridos no dia 8 de janeiro e que ninguém foi lá "a passeio".

"Os crimes praticados no dia 8 de janeiro em relação a sua materialidade foram gravissímos e todas, salvo duas sustentações oral, reconheceram a gravidade dos fatos ocorridos no dia 8 de janeiro. E é muito importante relembrarmos sempre", pontuou Moraes.

"Existe na ciência o viés de positividade, todos nós temos, nossos cérebros de lembrar as notícias boas e esquecer as ruins. Esse viés de positividade é o esquecimento das notícias ruins, é uma autoproteção do cérebro. 8 de janeiro de 2023 foi uma notícia péssima para a democracia, para as instituições, para brasileiros que acreditam num país melhor. Mas esse viés de positividade faz com que as poucos relativizemos isso."

"Não foi um passeio no parque. Ninguém que lá estava estava passeando, porque tudo estava bloqueado e houve necessidade de romper as barreiras policiais. Vários policiais se insurgiram contra isso, vários são agredidos. E nós temos a tendência, infelizmente, de ir esquecendo e as pessoas de boa fé acabam sendo enganadas pelas de má fé com notícias fraudulentas e com milícias digitais passam a querer criar uma própria narrativa de velhinha com a bíblia com a mão, de pessoas que estão passeando."

Última atualização há 23 horas
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Moraes: "Denúncia precisa comprovar materialidade dos delitos"

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, iniciou o seu voto lendo pontos escritos pelo procurador-geral da República na denúncia e afirmou que o que se exige é "comprovação da materialidade dos delitos imputados aos denunciados".

O relator relembrou que a materialidade já foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 474 denúncias. "Os mesmos crimes narrados em que pese a participação diversa de vários denunciados, mas os crimes narrados são os mesmos", disse Moraes. 

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Alexandre de Moraes começa a leitura de seu voto

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Alexandre de Moraes começa a leitura de seu voto
Foto: Reprodução/TV Justiça
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STF inicia 2º dia de julgamento de Bolsonaro

STF inicia 2º dia de julgamento de Bolsonaro
STF inicia 2º dia de julgamento de Bolsonaro
Foto: Reprodução/TV Justiça

Às 9h50 desta quarta-feira, 26, o Supremo Tribunal Federal (STF) retomou o julgamento que vai decidir se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete se tornarão réus pela acusação de tentativa de golpe de Estado. 

O julgamento começa com o voto de Alexandre de Moraes, relator do caso, sobre se aceita a acusação criminal da PGR. Na sequência, os outros quatro ministros da Turma vão se posicionar e votar: Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

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Bolsonaro não vai ao STF hoje

Bolsonaro decide não ir ao STF para acompanhar o segundo dia do julgamento:

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não vai acompanhar presencialmente o segundo dia de julgamento, que será realizado nesta quarta-feira, 26, no Supremo Tribunal Federal (STF), segundo o jornal O Estado de S. Paulo.

Bolsonaro vai assistir a sessão de hoje no gabinete do seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de acordo com a GloboNews.

No primeiro dia, na terça-feira, 25, Bolsonaro acompanhou a sessão da Primeira Turma de forma presencial no plenário.

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Acompanhe ao vivo o 2º dia de julgamento

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Que horas começa o 2º dia do julgamento de Bolsonaro?

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira, 26, a partir das 9h30, o julgamento que pode tornar réus o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras sete pessoas por tentativa de golpe de Estado.

O julgamento ocorre na Primeira Turma do STF. O colegiado que julgará o recebimento da denúncia é formado pelos ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

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E se a denúncia for aceita, o que acontece?

Os primeiros passos a partir da aceitação das denúncias são a fase de 'instrução processual', quando o STF colhe as provas e depoimentos de testemunhas e acusados. 

Na sequência, é realizado um novo julgamento, no qual os ministros decidem se os envolvidos são inocentes ou culpados. Em caso de inocência, o processo é arquivado

Se os magistrados optarem pela condenação, os réus recebem penas de forma individual, conforme o envolvimento de cada um nos crimes. A pena máxima pelos crimes imputados a Bolsonaro pela PGR pode chegar a 46 anos, conforme a legislação.

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O que ainda falta para o julgamento da denúncia contra Bolsonaro?

Primeira Turma do STF julga denúncia contra Bolsonaro e outros acusados
Primeira Turma do STF julga denúncia contra Bolsonaro e outros acusados
Foto: Antonio Augusto/STF

As duas primeiras sessões para decidir o destino da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete aliados de tentativa de golpe de Estado foram realizadas na terça-feira, 25, e terminou com derrotas para as defesas.

A corte rejeitou todos os questionamentos processuais apresentados pelos denunciados como integrantes do "núcleo crucial" da tentativa de golpe de Estado. A decisão final ficou para esta quarta-feira, 26. Mas o que ainda falta para o julgamento da denúncia? [ENTENDA]. 

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Zanin se confunde e chama Bolsonaro de 'réu' antes da conclusão do julgamento

Zanin se confunde e chama Bolsonaro e demais denunciados de ‘réus’ em julgamento:

Presidente da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin se enganou e chamou de 'réus' Bolsonaro e outros sete denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A situação aconteceu quando Zanin dava detalhes do rito do julgamento, que analisa a denúncia da PGR no inquérito do golpe. Ao perceber o equívoco, o magistrado pediu desculpas e usou o termo 'denunciados' para se referir aos investigados. [LEIA MAIS]

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1º dia de julgamento no STF tem desembargador detido, deputado descontrolado e defesas derrotadas

Jair Bolsonaro acompanha julgamento na Primeira Turma do STF
Jair Bolsonaro acompanha julgamento na Primeira Turma do STF
Foto: Divulgação/STF

A Primeira Turma do STF encerrou, pouco após às 17h desta terça-feira, 25, o primeiro dia do julgamento para o acolhimento das denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete acusados por tentativa de golpe de Estado.

Em duas sessões nesta terça, os ministros ouviram a leitura do relatório, a argumentação do PGR Paulo Gonet e as defesas dos acusados. Em seguida, a Corte analisou as questões preliminares à votação do mérito: todas as petições apresentadas pelas defesas foram rejeitadas pela Primeira Turma

Enquanto o ministro Alexandre de Moraes lia o relatório, o desembargador aposentado Sebastião Coelho deu início a um tumulto e precisou ser contido pela Polícia Judiciária. O deputado Coronel Meira (PL-PE) também se descontrolou ao ser barrado de entrar para acompanhar o julgamento, sob a justificativa de que o plenário estava lotado. 

O julgamento será retomado às 9h30 desta quarta-feira, 26, quando a Primeira Turma vota se o STF acata, ou não, a denúncia apresentada pela PGR. [LEIA MAIS]

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Após análise de preliminares, julgamento na Primeira Turma do STF é suspenso

Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal
Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal
Foto: Antonio Augusto/STF

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal finalizou, na tarde desta terça-feira, 25, a análise das preliminares do julgamento que visa decidir o futuro da denúncia da PGR contra Jair Bolsonaro e outros acusados de tentativa de golpe de Estado

O presidente do plenário, ministro Cristiano Zanin, proferiu o resultado parcial: a Turma rejeitou, por unânimidade, a suspeição dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Zanin; a análise da competência do STF e da Primeira Turma foi rejeitada por maioria, com divergência de Luiz Fux. 

Também, por unanimidade, a Corte rejeitou as preliminares que peticionam a nulidade do julgamento, a aplicação das regras do 'juízo de garantias' e a nulidade do acordo de delação premiada firmado entre a Polícia Federal e o tenente-coronel Mauro Cid. 

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De forma unânime, 1ª Turma do STF rejeita última preliminar

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, Flávio Dino, Carmen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin rejeitaram a última preliminar em análise no plenário da Primeira Turma do STF, que diz respeito ao pedido de nulidade do acordo de delação premiada de Mauro Cid à Polícia Federal: "Esse negócio jurídico personalíssimo deve, sempre, passar pelo crivo do Poder Judiciário, que é só quem pode homologar e quem pode rescindir", justificou o relator. 

"A colaboração premiada não é uma prova, é uma 'porta' que se abre e aí vamos ver o que há nesse espaço, mas a fase em que vai se verificar o que se tem e o que se pode aproveitar é a fase processualmente devida na ação penal se ela vier a ser instaurada", argumentou Carmen Lúcia. 

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Dino e Cármen Lúcia brincam sobre idade após decana do STF relembrar Mensalão

Dino e Cármen Lúcia brincam sobre idade após decana do STF relembrar caso citado pelo ministro:

A Ação Penal 470, o suposto esquema de compra de votos no Congresso, conhecido como Mensalão, foi citada no julgamento desta terça-feira, 25, em que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) analisa se aceita, ou não, a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete integrantes do chamado 'Núcleo 1' da suposta tentativa de golpe de Estado. [LEIA MAIS]

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Última preliminar é apresentada

Alexandre de Moraes no julgamento para decidir se STF acata denúncia contra Jair Bolsonaro e demais acusados por tentativa de golpe de Estado
Alexandre de Moraes no julgamento para decidir se STF acata denúncia contra Jair Bolsonaro e demais acusados por tentativa de golpe de Estado
Foto: Antonio Augusto/STF

A última preliminar analisada pela Primeira Turma do STF é a nulidade do acordo de delação premiada firmado entre a Polícia Federal e Mauro Cid. As defesas de Bolsonaro e Braga Netto argumentaram que a delação do tenente-coronel teve a ausência de vontade do colaborador, a não-anuência da PGR, possíveis inconsistências entre as versões e a participação de Moraes no acordo de delação. Relator do caso, Alexandre de Moraes rejeitou a preliminar. 

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Quarta preliminar é rejeitada de forma unânime

A quarta preliminar a ser votada pela Primeira Turma do STF se refere a um pedido feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pela aplicação das regras do 'juízo de garantias', em o advogado Celso Vilardi aponta a necessidade de prever um juiz para a fase anterior à denúncia, e outro para a fase do julgamento. O plenário rejeitou a preliminar de maneira unânime. 

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Primeira Turma do STF rejeita terceira preliminar, sobre a nulidade do julgamento

Ministro Cristiano Zanin profere voto em julgamento no STF
Ministro Cristiano Zanin profere voto em julgamento no STF
Foto: Reprodução/TV Justiça

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, Flávio Dino, Luiz Fux, Carmen Lúcia e Cristiano Zanin rejeitaram a terceira preliminar, que dá conta dos pedidos de nulidade do julgamento, apresentados pelas defesas dos acusados e que questionavam o procedimento investigativo que levou à denúncia enviada pela PGR ao STF. 

"Não identifiquei nenhuma prática de 'pescaria probatória', as investigações foram devidamente instauradas, corroboradas pela PGR no curso de seu desenvolvimento e houve, aqui, segundo a PGR, o encontro fortuito de provas, o que é absolutamente legítimo para se instaurar uma nova investigação", afirmou, em seu voto, o ministro Zanin, presidente da Primeira Turma.  

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Moraes compara tese de que STF 'só condena velhinhas com a Bíblia na mão' ao terraplanismo

Moraes nega que STF condenou ‘velhinhas com a bíblia na mão’ ao mostrar números dos atos de 8/1:

Alexandre de Moraes negou que o Supremo Tribunal Federal (STF) esteja condenando "velhinhas com a Bíblia na mão" pelos atos golpistas de 8 de janeiro. A fala do ministro ocorreu durante o julgamento da denúncia da trama golpista envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete aliados, nesta terça-feira, 25.

O ministro refutou a tese do julgamento de ‘velhinhas’ enquanto ocorria a votação nas questões preliminares, na qual é analisada questões técnicas antes de decidir o mérito da denúncia. Nesse momento, Moraes rebateu críticas a competência do Supremo para julgar o tema. [LEIA MAIS]

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Terceira preliminar é votada

A terceira questão preliminar analisada é sobre os pedidos de nulidade do julgamento apresentados pelas defesas dos acusados. Os advogados argumentaram que, no decorrer da denúncia, houve ausência do amplo e irrestrito acesso às provas, a ilegalidade da decisão que instaurou o inquérito 4878, a existência de prova ilícita (a chamada 'pesca probatória') e o não oferecimento de denúncia única. 

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Moraes, Dino, Fux, Cármen Lúcia e Zanin rejeitam segunda preliminar

Alexandre de Moraes rejeitou o segundo argumento preliminar das defesas, que questionavam a competência do STF e da 1ª Turma para julgar a denúncia da PGR contra Bolsonaro e os sete aliados envolvidos em trama golpista. O voto foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Em concordância, eles afirmaram que pretendem manter a coerência de acordo com outros julgamentos que também foram feitos pela 1ª Turma, referentes ao 8 de janeiro.

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Moraes se defende de críticas e diz que não está condenando "velhinhas com a Bíblia na mão"

O ministro do STF Alexandre de Moraes falou sobre "fake news" relacionadas aos envolvidos julgados pelos crimes do 8 de janeiro, que diziam que a maioria dos participantes dos atos golpistas seriam "velhinhas com a Bíblia na mão, passeando", e que teriam, supostamente, recebido penas injustas. Ele desmentiu a informação mostrando dados sobre as idades dos condenados, rebatendo as críticas ao STF. 

"Eu aproveito aqui, presidente, para desfazer uma narrativa totalmente inverídica [...] de que o STF estaria condenando 'velhinhas com a Bíblia na mão' que estariam passeando em um domingo ensolarado pelo Supremo Tribunal Federal, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planato. Nada mais mentiroso do que isso, seja porque ninguém estava passeando -- e as imagens demonstram isso --, seja pelas condenações". 

Alexandre de Moraes pediu que dados sobre julgados fossem exibidos durante a sessão
Alexandre de Moraes pediu que dados sobre julgados fossem exibidos durante a sessão
Foto: Reprodução/TV Justiça
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Segunda preliminar é votada

A segunda questão preliminar analisada é sobre a competência do STF para julgar o caso, isto é, se o caso deveria ser julgado por outras instâncias. Também há o questionamento sobre o caso ser julgado pela 1ª Turma e não pelo plenário do STF.

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Ministros votam contra a primeira preliminar

Alexandre de Moraes
Alexandre de Moraes
Foto: Reprodução/TV Justiça

Nesta ordem: Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, que preside o colegiado, votaram contra a 1ª preliminar apresentada pelas defesas para declarar Moraes, Dino e Zanin impedidos de atuar no caso, por ausência de imparcialidade. Todos votaram contra.

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Sessão é retomada

Cristiano Zanin
Cristiano Zanin
Foto: Reprodução/TV Justiça

A sessão foi retomada por volta das 14h15. Nesta segunda sessão, o ministro Alexandre de Moraes vota sobre as questões preliminares, que são questionamentos processuais levantados pelas defesas. Depois, os ministros vão votar cada questão preliminar individualmente.

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Bolsonaro e Moraes ficam frente a frente

Veja o momento em que Moraes e Bolsonaro ficam frente a frente em julgamento no STF:

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu acompanhar presencialmente a primeira sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) na análise sobre a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra ele e sete de seus aliados, que ocorre nesta terça-feira, 25. Sentado na primeira fileira, Bolsonaro ficou frente a frente com o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. 

De dentro do Plenário, Bolsonaro se manifestou publicamente uma única vez. O ex-presidente fez uma publicação em que compara o seu julgamento com uma partida entre Brasil e Argentina, no que pareceu ser uma provocação ao STF e até a Moraes. [LEIA MAIS...]

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Filhos de Vladimir Herzog e Zuzu Angel acompanham julgamento de Bolsonaro na primeira fila

Ivo Herzog, filho de Vladimir Herzog; e Hildegard Angel, filha de Zuzu Angel
Ivo Herzog, filho de Vladimir Herzog; e Hildegard Angel, filha de Zuzu Angel
Foto: Gustavo Moreno/STF

Os filhos do jornalista Vladimir Herzog e da estilista Zuzu Angel - ambos assassinados pela ditadura militar e símbolos da resistência contra o regime - acompanham nesta terça-feira, 25, na primeira fila do Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento que pode tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) réu por tentativa de golpe de Estado.

Ivo Herzog, filho de Vladimir Herzog, e Hildegard Angel, filha de Zuzu Angel, ocupam assentos próximos na primeira fileira do plenário do STF no julgamento. Acompanha-os Lucas Herzog, neto de Vladimir Herzog, que se sentou ao lado do pai na plateia. [LEIA MAIS]

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STF encerra 1ª sessão do julgamento; 2ª sessão inicia às 14h

Ministro Cristiano Zanin, do STF
Ministro Cristiano Zanin, do STF
Foto: Reprodução
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Advogado de Braga Netto diz que não teve acesso ao material bruto da denúncia e chama Cid de mentiroso

Advogado José Luís Lima, da defesa de Braga Netto
Advogado José Luís Lima, da defesa de Braga Netto
Foto: Reprodução/TV Justiça

Em sustentação oral a favor do general Walter Braga Netto, ex-ministro-chefe da Casa Civil, o advogado José Luís Lima afirmou que não teve acesso ao material bruto da denúncia e, por isso, pediu nulidade do feito. Para Lima, Mauro Cid mentiu na delação premiada ao citar Braga Netto e, segundo ele, a delação premiada é baseada em um "acordo viciado" e "mentiroso". 

"Braga Netto não participou de qualquer plano que atentasse contra o Estado Democrático de Direito, o presidente, o vice e este relator", disse. "Homem de reputação ilibada", completou. De acordo com Lima, ele só teve acesso aos "melhores momentos" separados pela polícia.

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Advogado de Paulo Sérgio Nogueira afirma que trechos da delação premiada de Cid são citados apenas quando 'convenientes"

O advogado Andrew Fernandes Farias  fez sustentação oral em defesa de Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira
O advogado Andrew Fernandes Farias fez sustentação oral em defesa de Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira
Foto: Reprodução/TV Justiça

O advogado Andrew Fernandes Farias fez sustentação oral em defesa do ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira por 15 minutos. Ele citou a peça Hamlet, de Shakespeare, no início de sua fala, para agradecer a boa recepção do STF. Segundo Nogueira, a colaboração premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid é somente citada pela Procuradoria-Geral da República quando "conveniente". 

Para a defesa, o documento da PGR não apresentou "justa causa" e "lastro probatório" contra Nogueira e o ex-ministro não pressionou comandantes militares a aderirem à tentativa de golpe, conforme citado pela denúncia.

"Há, existe nos autos, justa causa com relação especificamente ao general Paulo Sérgio? Existe lastro probatório que concede plausibilidade à acusação, com relação ao general Paulo Sérgio?", questionou. [LEIA MAIS]

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Advogado de Mauro Cid alega que tenente-coronel 'apenas serviu à Justiça'

O advogado Cezar Bitencourt faz a sustentação por Mauro Cid
O advogado Cezar Bitencourt faz a sustentação por Mauro Cid
Foto: Reprodução/TV Justiça

O advogado Cezar Roberto Bitencourt, responsável pela defesa do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, defendeu que o tenente-coronel "apenas serviu à Justiça", ao se referir ao acordo de delação premiada firmado entre o militar e o STF.

“Cid é o colaborador, ele apenas serviu à Justiça. Trouxe à sua contribuição, a sua parcela de contribuição, para orientar e informar, simplesmente isso", disse. Ele ressaltou que espera que o militar seja absolvido e pediu para que a denúncia de Cid não seja recebida.

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Defesa de Bolsonaro contesta denúncia da PGR ao STF: 'Não participou do 8 de janeiro'

Defesa diz que Bolsonaro foi ‘o presidente mais investigado da história’ e que ‘nada’ foi encontrado:

Celso Vilardi, advogado de Jair Bolsonaro (PL) iniciou a sustentação oral dizendo que Bolsonaro foi "o presidente mais investigado da história do país", e que, após tantas investigações, não foi encontrado nenhum documento comprometedor com o ex-presidente.

O advogado contestou a lógica da denúncia, argumentando que os supostos crimes contra a democracia teriam começado em dezembro de 2021, ainda durante o próprio governo Bolsonaro, o que torna a tese "impossível". Ele também disse que a denúncia se baseia em um volume exagerado de material: “São 45 mil documentos. É um quebra-cabeça exposto à defesa.”

O defensor também alegou que o julgamento ocorra no plenário do STF, não na Primeira Turma, assim como outros advogados de denunciados. Celso negou envolvimento de Bolsonaro nos planos investigados pela operação "Punhal Verde e Amarelo" e "Operação Copa 2022", voltados para matar o presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin.

"Eu entendo a gravidade de tudo que aconteceu no 8 de janeiro, mas não é possível que se queira imputar a responsabilidade ao presidente da República o colocando como líder de uma organização criminosa quando ele não participou dessa questão do 8 de janeiro. Pelo contrário, ele a repudiou", acrescentou em outro trecho da sustentação o advogado. [LEIA MAIS]

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Defesa de Augusto Heleno chama denúncia de golpe de ‘terraplanismo argumentativo’ e cita documentário

O advogado Matheus Mayer Milanez defende Augusto Heleno Ribeiro, e tem a palavra por 15 minutos.
O advogado Matheus Mayer Milanez defende Augusto Heleno Ribeiro, e tem a palavra por 15 minutos.
Foto: Reprodução/TV Justiça

O advogado Matheus Mayer Milanez defendeu o general Augusto Heleno Ribeiro. Ele questionou o fatiamento da denúncia, e chamou de "inepto" o trecho que cita o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

O advogado defendeu a "necessidade de acesso à íntegra das provas" e aos "elementos de prova bruta", além de ter pedido rejeição da denúncia por falta de justa causa.

Matheus Milanez também citou uma live da qual Heleno participou ao lado de Jair Bolsonaro, em que ele fala contra as urnas eletrônicas em 2021, e defendeu que ele "não falou absolutamente nada e não se manifestou", enquanto o ex-presidente era entrevistado. O defensor ainda citou uma "série em um grande streaming" durante a sustentação oral, falando sobre "terraplanismo". 

“Eu recordo muito de uma série que está passando em um grande streaming, em que cientistas querem chegar a uma conclusão e eles vão construindo provas para se chegar nessa conclusão. Então, o objetivo é: provar que a terra é plana. Se faz inúmeros experimentos, inúmeros estudos para se provar que a terra é plana. O que está acontecendo no presente caso é o terraplanismo argumentativo”, declarou. [LEIA MAIS]

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Advogado de Anderson Torres argumenta que denúncia é 'permeada de falsas acusações'

O advogado Eumar Roberto Novacki, fala por Anderson Gustavo Torres durante 15 minutos.
O advogado Eumar Roberto Novacki, fala por Anderson Gustavo Torres durante 15 minutos.
Foto: Reprodução/TV Justiça

O advogado Eumar Roberto Novacki argumentou durante a sustentação oral que a denúnca contra Anderson Gustavo Torresé "inepta e permeada de falsas acusações".

Ele defendeu que Torres não tem foro privilegiado e, por isso, o STF deveria enviar a denúncia às instâncias inferiores da Justiça. O advogado também alegou que "todas as condutas que foram elencadas" pela PGR correspondem à conduta profissional de Torres.

Ele ainda declarou que Torres nunca esteve em reunião com Marco Antônio Freire Gomes, então comandante do Exército, e que a PGR deu "peso descomunal" a uma minuta "absurda, que não tem valor jurídico algum". O advogado ainda completou dizendo que Mauro Cid não citou Anderson Torres na delação.

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Deputado se descontrola ao ser barrado de julgamento

Deputado se revolta ao ser barrado em julgamento de Bolsonaro sobre golpe de Estado:

O deputado Coronel Meira (PL-PE) foi barrado de entrar para acompanhar o julgamento de Jair Bolsonaro (PL). A justificativa do STF foi que a sala já estava lotada. [LEIA MAIS...]

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Advogado de Almir Garnier Santos cita ‘romancistas da PF’, ‘telepatia’ e ‘invencionices’ em julgamento

Defesa de ex-chefe da Marinha cita ‘romancistas da PF’, ‘telepatia’ e ‘invencionices’ em julgamento:

O advogado Demóstenes Lázaro Xavier Torres falou pelo acusado Almir Garnier Santos. Ele defendeu que a denúncia deveria ser analisada no plenário do STF, e não na Primeira Turma, e ainda disse que os dados da denúncia não são suficientes para caracterizar uma "organização criminosa armada".

Demóstenes também apontou que a suposta organização criminosa começou a agir em julho de 2021, mas que o militar só foi inserido no plano em novembro de 2022, quando teria assinado uma nota com outros comandantes "a favor da liberdade de expressão", e questionou o motivo para outros comandantes não terem sido denunciados.

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Cármen Lúcia corrige advogado

A Ministra do STF Cármen Lúcia questionou fala de advogado sobre fiscalização das urnas
A Ministra do STF Cármen Lúcia questionou fala de advogado sobre fiscalização das urnas
Foto: Reprodução/TV Justiça

A ministra do STF Cármen Lúcia corrigiu o advogado Paulo Renato Garcia Cintra Pinto, que falou por Alexandre Ramagem. Ela pediu para que ele repetisse uma fala que havia feito sobre a fiscalização das urnas ser de responsabilidade da Abin, quando na verdade, esse trabalho é de responsabilidade do TSE.

"Apenas porque Vossa Excelência disse que é dever da Abin apurar a segurança e a fiscalização das urnas no processo eleitoral. É essa frase que eu anotei aqui, é essa frase que Vossa Excelência disse, que eu anotei aqui?", questionou a ministra.

O advogado se desculpou. "Eu disse que essa função se relaciona às funções da Abin, cuidar, zelar pela segurança do processo eleitoral, porque é um tema de soberania". A ministra Cármen Lúcia novamente pontuou: "Urnas são de outro poder. Só para ter certeza do que eu anotei do que os senhores advogados falam".

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STF proíbe vaias, cartazes e palmas em julgamento sobre denúncia de Bolsonaro

As regras para acompanhar a sessão de análise da denúncia sobre a trama golpista, envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete aliados, foram reforçadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entre elas, está proibido vaiar e bater palmas durante o julgamento, que ocorre nesta terça e quarta-feira, 25 e 26. [LEIA MAIS...]

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Advogados dos denunciados iniciam sustentações orais

As defesas têm direito a 15 minutos cada. Neste caso, sendo oito acusados, as defesas terão ao todo 120 minutos, ou seja, duas horas. A ordem será alfabética na forma da denúncia.

Paulo Renato Garcia Cintra Pinto, advogado de Alexandre Ramagem
Paulo Renato Garcia Cintra Pinto, advogado de Alexandre Ramagem
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A palavra foi concedida por Cristiano Zanin ao doutor Paulo Renato Garcia Cintra Pinto, que falará por Alexandre Ramagem.

Segundo o advogado, a denúncia constrói dois "conjuntos de acusações" contra Ramagem: diz que ele teria atuado na construção de uma suposta mensagem para questionar a credibilidade das urnas eletrônicas e que, como diretor-geral da Abin, Ramagem teria montado uma estrutura paralela no órgão para monitorar potenciais adversários.

O advogado negou ambas acusações. No caso da "mensagem" contra as urnas, a PGR reuniu "indícios extremamente tímidos, singelos, da prática de um crime extremamente grave".

Já sobre os arquivos citados na denúncia, o defensor diz que eles não trazem "argumentos novos" sobre as urnas que pudessem ser atribuídos a Ramagem, e que a ferramenta FirstMile, que teria sido usada pela "Abin paralela", teve o uso descontinuado na gestão de Ramagem.

Ele também argumentou que a delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, não dá "relevo algum à participação de Ramagem na organização".

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Advogado pede mudança na ordem das sustentações

O advogado Celso Vilardi pediu mudança na ordem das sustentações orais das defesas
O advogado Celso Vilardi pediu mudança na ordem das sustentações orais das defesas
Foto: Reprodução/TV Justiça

Antes de Paulo Renato assumir a palavra, o advogado de Jair Bolsonaro, Celso Vilardi pediu uma mudança na ordem das sustentações orais, o que foi negado pelos ministros do STF Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux e Cármen Lúcia. O requerimento, portanto, foi indeferido por unanimidade. 

O pedido da defesa do ex-presidente era que o advogado do tenente-coronel Mauro Cid apresentasse seus argumentos antes dos demais. O colegiado havia definido que as sustentações orais seriam feitas por ordem alfabética. Segundo Alexandre de Moraes, relator do caso, não há previsão legal para que o delator seja o primeiro a apresentar seus argumentos durante a fase preliminar em que o processo se encontra.

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Paulo Gonet apresenta denúncia

Gonet diz que Bolsonaro e Braga Netto eram os líderes do plano golpista: 'Documentou seu projeto':

A PGR tem 30 minutos disponível para apresentar a sua acusação. O procurador-geral da República Paulo Gonet foi o primeiro a falar. Ele narrou os fatos descritos na denúncia.

“A organização tinha por líderes o próprio presidente da República e o seu candidato a vice-presidente, general Braga Netto. Todos aceitaram, estimularam e realizaram atos tipificados na legislação penal de atentado contra a existência e independência dos Poderes e o Estado Democrático de Direito”, afirmou Gonet. [LEIA MAIS...]

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Alexandre de Moraes conclui leitura do relatório

Bolsonaro não concretizou golpe por resistência do Exército e da Aeronáutica, diz relatório da PGR:

Bolsonaro não concretizou golpe por resistência do Exército e da Aeronáutica, diz relatório da PGR. O trecho consta no resumo do relatório da PGR, que denunciou o ex-presidente e mais sete por tentativa de golpe de Estado e outros crimes entre 2021 e 2023. “A organização criminosa seguiu todos os passos necessários para depor o governo legitimamente eleito”, disse Alexandre de Moraes ao ler o documento da PGR. “Não se concretizou por circunstância que as atividades dos denunciados não conseguiu superar”, continuou. “As resistências dos comandantes do Exército e da Aeronáutica às medidas de exceção”, finalizou.

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Alexandre de Moraes é interrompido por gritos

Moraes interrompe leitura de relatório da PGR contra Bolsonaro após gritos no STF:

Enquanto o ministro do STF Alexandre de Moraes lia o relatório sobre a denúncia contra Jair Bolsonaro (PL) e mais sete acusados julgados por tentativa de golpe de Estado, uma pessoa na plateia do STF gritou, protestando contra o que estava sendo dito pelo ministro. Ele pausou brevemente, até que a pessoa fosse contida e parasse de gritar, e continuou a leitura do relatório até o fim. Mais tarde, foi identificado que o autor do princípio de tumulto foi o desembargador aposentado Sebastião Coelho, que foi detido por policiais judiciais. Coelho é advogado de Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro. [LEIA MAIS...]

Veja as regras e restrições para quem vai assistir a um julgamento no STF:

► É proibido falar ao celular;

► é proibido usar o celular para fotografar ou filmar durante a sessão;

► é proibido consumir alimentos e bebidas no plenário;

► é proibida qualquer manifestação de apoio ou repúdio (palmas, vaias, gritos ou cartazes, por exemplo);

► é obrigatório manter o celular no modo silencioso e fazer silêncio.

Última atualização há 2 dias
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PT transmite ao vivo julgamento de Bolsonaro no STF

O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou que vai transmitir o julgamento da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado, nesta terça-feira, 25. A sigla havia feito um pedido à Corte, no último mês, para credenciar a TVPT - canal do partido no Youtube - para veicular o julgamento. [LEIA MAIS...]

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Bolsonaro comenta julgamento nas redes sociais

Bolsonaro faz post nas redes sociais sobre julgamento em comparação com jogo entre a Seleção Brasileira e Argentina
Bolsonaro faz post nas redes sociais sobre julgamento em comparação com jogo entre a Seleção Brasileira e Argentina
Foto: Reprodução/Instagram

Bolsonaro comparou, em post nas redes sociais, o julgamento ao jogo entre a Seleção Brasileira e Argentina, que acontece nesta terça-feira, 25. [LEIA MAIS...]

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Bolsonaro envia mensagem de WhatsApp a aliados

O ex-presidente Jair Bolsonaro chega a Brasília no dia do julgamento da denúncia contra si no STF
O ex-presidente Jair Bolsonaro chega a Brasília no dia do julgamento da denúncia contra si no STF
Foto: Estadão Conteúdo

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) compartilhou com seus contatos mais próximos no WhatsApp, na manhã desta terça-feira, 25, uma mensagem em que diz nunca ter tramado golpe de Estado e que tentam condená-lo pelo 8 de Janeiro ainda que ele não estivesse no Brasil naquela data. Ao fim, diz "confiar na Justiça". [LEIA MAIS...]

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Bolsonaro chega ao STF para acompanhar julgamento

Bolsonaro chega ao STF para acompanhar julgamento de denúncia da PGR por trama golpista
Bolsonaro chega ao STF para acompanhar julgamento de denúncia da PGR por trama golpista
Foto: Reprodução/TV Justiça

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou no Superior Tribunal Federal (STF) há pouco e vai acompanhar o julgamento que pode torná-lo réu por tentativa de golpe de Estado. [LEIA MAIS...]

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Julgamento de Bolsonaro no STF: ministros analisam denúncia

Julgamento de Bolsonaro no STF: ministros analisam denúncia:
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A aposta de Bolsonaro contra acusação por tentativa de golpe

Defesa de Bolsonaro insiste num ponto: quer que seja retirado da denúncia o acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid
Defesa de Bolsonaro insiste num ponto: quer que seja retirado da denúncia o acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid
Foto: BBC News Brasil

Bolsonaro foi denunciado pelos crimes de liderar organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, além de crimes ligados aos ataques às sedes dos Poderes em Brasília em 8 de Janeiro de 2023.

O ex-presidente nega todas acusações e sua defesa tem uma grande aposta: quer que seja retirado da denúncia o acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-braço direito de Bolsonaro, que consideram inválido. [LEIA MAIS...]

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Bolsonaro diz que Moraes ameaçou Cid

"Tenho bons advogados e eles vão num primeiro momento explanar a tecnicidade. Meu foro é a primeira instância. Há poucas semanas o Supremo disse que é a última instância. Mesmo assim, na última instância, teria que ser [julgado pelo] o plenário todo", disse Bolsonaro em entrevista ao podcast Inteligência Ltda.

Bolsonaro também colocou em xeque a validade da delação de Cid. Segundo Bolsonaro, Cid não apresentou provas para comprovar o que disse em seus depoimentos. "Essa delação é eivada de ilegalidades. O Alexandre de Moraes ameaçando uma pessoa: 'olha, teu pai, tua esposa e tua filha'. Pense no que você vai falar. Um juiz não pode participar de uma delação premiada", acrescentou. [LEIA MAIS...]

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Bolsonaro culpa Zambelli por derrota para Lula

Foto: Reprodução/Youtube/Inteligência Ltda

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) atribuiu a derrota na eleição de 2022 à deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), que sacou uma arma e perseguiu um apoiador do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma rua no bairro Jardins em São Paulo na véspera do segundo turno.

"A Carla Zambelli tirou o mandato da gente. Ela tirou o mandato da gente", disse Bolsonaro ao relembrar o episódio durante participação no podcast Inteligência Ltda. nesta segunda-feira, 24. Na visão do ex-presidente, os eleitores associaram a atitude à sua política de defender a ampliação do porte de armas, o que teria lhe custado votos. [LEIA MAIS...]

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Aspectos técnicos

Bolsonaro diz que defesa vai focar em aspectos técnicos no julgamento de denúncia sobre golpe. Ele voltou a questionar o processo nesta segunda-feira, 24, e afirmou que sua equipe de defesa vai se concentrar em aspectos técnicos da ação. Para o ex-presidente, que inúmeras vezes alegou ser vitima de perseguição política, seu caso não respeita o chamado devido processo legal. [LEIA MAIS...]

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Não pretende indicar sucessor

Bolsonaro nega passar bastão a Tarcísio em 2026:

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira, 24, ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que não pretende indicar um sucessor e só passará o "bastão" depois de morto. Ele disse ainda que, mesmo inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pode registrar sua candidatura a presidente na eleição de 2026 e deixar que a Justiça Eleitoral defina se ele pode ou não se candidatar. Segundo Bolsonaro, a estratégia depende de ele não ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). [LEIA MAIS...]

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Bolsonaro já é réu? Entenda o que será julgado pelo STF nesta terça-feira

Por enquanto, Bolsonaro ainda não é réu, mas pode vir a ser. Se a denúncia for aceita, será aberta uma ação penal e os oito denunciados, que formam o Núcleo 1 apresentado pela PGR, tornam-se réus e respondem ao processo no STF. Já caso a maioria dos ministros opte pela rejeição da denúncia, o caso é arquivado. [LEIA MAIS...]

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'É mais importante ter generais como Braga Netto e Heleno como réus do que Bolsonaro', diz historiador

O ex-presidente Jair Bolsonaro (ao centro) e os generais da reserva Augusto Heleno (à esquerda)e Walter Braga Netto (à direita) podem virar réus a partir de julgamento na 1ª Turma do STF
O ex-presidente Jair Bolsonaro (ao centro) e os generais da reserva Augusto Heleno (à esquerda)e Walter Braga Netto (à direita) podem virar réus a partir de julgamento na 1ª Turma do STF
Foto: BBC News Brasil

O julgamento é aguardado à esquerda e à direita dada a relevância política do ex-presidente. Mesmo fora do poder, ele é considerado por políticos e especialistas como a maior liderança da direita no Brasil, neste momento. Mas para o professor de história da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Carlos Fico, mais importante que a possibilidade de Bolsonaro virar réu por tentativa de golpe é a chance de que isso aconteça a oficiais generais das Forças Armadas.

"Eu acho mais importante a admissão (da denúncia) [...] a passagem à condição de réu dos generais Braga Netto e (Augusto) Heleno. Mais até que do que em relação ao ex-presidente Bolsonaro", defende Fico. [LEIA MAIS...]

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Reforço na segurança do STF

Plenário virtual do STF julga a partir desta terça-feira se Moraes, DIno e Zanin participarão de julgamentos envolvendo denúncia da PGR por tentativa de golpe
Plenário virtual do STF julga a partir desta terça-feira se Moraes, DIno e Zanin participarão de julgamentos envolvendo denúncia da PGR por tentativa de golpe
Foto: Estadão Conteúdo

O Supremo Tribunal Federal (STF) intensificou as medidas de segurança às vésperas do julgamento da Primeira Turma sobre a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado, que ocorre nesta terça-feira, 25.

O esquema comandado pela Polícia Judicial também será efetuado no plenário da Corte, e em outros lugares da sede do STF. A Corte também ampliou o número de aparelhos raio-x instalados no hall do prédio. [LEIA MAIS...]

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Veja o passo a passo do julgamento no STF que analisará denúncia da PGR contra Bolsonaro e aliados

Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O STF analisará nesta terça e quarta-feira, 25 e 26, a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete acusados de tentativa de golpe de Estado. Nessa fase processual, o colegiado apenas examina se a denúncia atende aos requisitos legais, com a demonstração de fatos enquadrados como crimes e de indícios de que os denunciados foram os autores desses delitos. Ou seja, a Turma avaliará se a acusação trouxe elementos suficientes para a abertura de uma ação penal contra os acusados. [LEIA MAIS...]

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Eduardo Bolsonaro ataca Moraes e diz que pai 'não vai se livrar de uma condenação’

Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se licenciou do cargo de deputado federal para ficar nos EUA, disse que se inspira em Trump para reverter situação do bolsonarismo no Brasil
Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se licenciou do cargo de deputado federal para ficar nos EUA, disse que se inspira em Trump para reverter situação do bolsonarismo no Brasil
Foto: Estadão Conteúdo

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL) disse não acreditar que há uma saída para o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta terça-feira, 25, se torna Bolsonaro réu no caso da tentativa de golpe de Estado. Vale lembrar que ele ainda é investigado no caso das joias e da falsificação dos cartões de vacina. [LEIA MAIS...]

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Bolsonaro pode ser preso?

Caso a maioria opte pela rejeição da denúncia contra Bolsonaro e seus aliados, o caso é arquivado. No entanto, se a denúncia for aceita, será aberta uma ação penal e os oito denunciados, que formam o Núcleo 1 apresentado pela PGR, tornam-se réus e respondem ao processo no STF. [LEIA MAIS...]

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Confira como será o rito do STF para a sessão

Saiba como será o rito do STF para a sessão de julgamento:

► O relator abre com a leitura do relatório. Neste caso, o relator é o ministro Alexandre de Moraes;
► A PGR tem 30 minutos disponível para apresentar a sua acusação;
► As defesas têm direito a 15 minutos cada. Neste caso, sendo oito acusados, as defesas terão ao todo 120 minutos, ou seja, duas horas;
► Em seguida, o relator vota nas questões preliminares, acompanhado pelos demais ministros na ordem crescente de antiguidade;
► Depois, o relator vota no mérito, ou seja, se recebe ou não a denúncia, também acompanhado em seguida pelos demais ministros.

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Por que Bolsonaro continua inelegível?

Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro
Foto: Estadão Conteúdo

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) dá início, nesta terça-feira, 25, ao julgamento para decidir se acata, ou não, a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete acusados de tentativa de golpe de Estado, após as eleições de 2022. 

O andamento do processo, no entanto, não impacta na inelegibilidade de Bolsonaro, declarada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em junho de 2023, sob a acusação de abuso de poder político e uso indevido de meios de comunicação durante reunião do ex-presidente com embaixadores. [LEIA MAIS...]

Fonte: Redação Terra
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