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Passamos 6 anos processando imagens de um buraco negro para chegar a uma conclusão: Einstein estava certo

A primeira imagem do buraco negro M87* foi colocada em dúvida, mas a segunda a confirma de forma incontestável. O próximo passo do Telescópio do Horizonte de Eventos é nos trazer o primeiro vídeo de um buraco negro.

25 mar 2025 - 18h13
(atualizado em 26/3/2025 às 22h10)
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Foto: Xataka

Já se passaram alguns anos desde que o Telescópio do Horizonte de Eventos (EHT) revelou ao mundo a primeira imagem de um buraco negro, capturada em 2017.

A famosa foto chegou a ser questionada por alguns pesquisadores, mas, no ano passado, o EHT publicou uma segunda imagem do buraco negro M87*, registrada em 2018. Essa nova imagem não apenas validou a original, como também reforçou, mais uma vez, a teoria da relatividade geral de Einstein.

O maior radiotelescópio do mundo

Para capturar a imagem do buraco negro no centro da galáxia Messier 87, seria necessário um radiotelescópio com cerca de 10.000 quilômetros de diâmetro — algo praticamente inviável, já que o diâmetro da Terra é de 13.000 km.

Por isso, o EHT adotou uma solução engenhosa: coletar dados de diversos receptores, telescópios e antenas de rádio espalhados pelo planeta e combiná-los por meio de interferometria, uma técnica capaz de simular um telescópio do tamanho da Terra.

O EHT gerou 250 petabytes de dados ao longo de uma única semana de observações. Foram necessários alguns anos para processar toda essa informação e produzir a imagem final.

Mas, antes disso, o projeto foi expandido com a adição de um novo telescópio na Groenlândia (o GLT) — o que possibilitou a captura da segunda imagem de M87*, divulgada em 2024.

Seis anos de processamento

A segunda imagem do buraco negro M87*, registrada em abril de 2018 — um ano e dez dias após a primeira — levou seis anos para ser processada e publicada, mas o esforço...

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