Redmi 5 e 5+ chegam ao mercado como os flagships mais baratos com telas de 18:9
Depois de muitos rumores e vazamentos, a Xiaomi finalmente anunciou oficialmente seus novos Redmi 5 e Redmi 5+, em um evento realizado na China. As principais características dos flagships da fabricante chinesa são uma tela na proporção 18:9 e preços mais chamativos. Os dois modelos chegam com a versão Android 7.1.2 Nougat.
O Redmi 5 tem tela de 5,7 polegadas, na proporção de 18:9, que vem se tornando cada vez mais popular entre os smartphones topo de linha. O display também chega com resolução HD+.
O processador é o Snapdragon 450, com uma CPU octacore de 1,8 GHz. São duas opções de memórias: 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento e 3 GB de RAM e 32 GB de memória interna. Ainda é possível expandir a capacidade de armazenamento por meio do drive de microSD, que suporta até 128 GB.
Essa nova versão do Redmi tem câmeras de 12 MP (traseira) e 5 MP (frontal), as duas com flash de LED. A parte traseira do aparelho tem o escâner de impressão digital.
Sobre o Redmi 5+
A versão Plus do flagship da Xiaomi é mais poderosa do que o Redmi 5. Sem alterações no seu design e na configuação de câmera, o 5+ tem tela FullView de 5,99 polegadas e resolução FullHD+. O chip é mais potente do que a versão padrão do Redmi: no Plus, a Xiaomi optou pelo Snapdragon 625.
Outra diferença em relação ao 5 é a capacidade de armazenamento. São duas versões, mas ampliadas: 3 GB de RAM e 32 GB de memória interna ou 4 GB (RAM) e 64 GB (interna). Tanto o 5 como o 5+ estarão disponíveis em quatro cores: preta, dourada, azul e rosa. Na China, começam a ser vendidos a partir de 12 de dezembro.
Os preços também são convidativos. A versão do Redmi 5 sai por US$ 120 (cerca de R$ 395, sem impostos, na configuração de 2 GB) ou US$ 135 (R$ 445, 3 GB). Já o 5+ será vendido por US$ 150 (R$ 495, 3 GB) e US$ 195 (R$ 643, 4 GB).
Esses valores deixam o flagship da fabricante chinesa como os de menor valor no mercado de aparelhos com tela de 18:9. Como a Xiaomi encerrou suas atividades aqui no Brasil, resta aos interessados a importação em sites de e-commerce do país asiático.