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A Freira vai assombrar a Warner na Justiça pelo pagamento de royalties

Às vésperas da estreia de A Freira 2, atriz entra na Justiça acusando Warner de não pagar royalties em produtos licenciados com sua imagem

18 ago 2023 - 16h36
(atualizado às 18h36)
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A demoníaca e tenebrosa Valak, de Invocação do Mal 2 e do spin-off A Freira, vai assombrar a Warner Bros Discovery na Justiça. A atriz Bonnie Aarons, que interpreta a personagem que dá rosto à franquia, entrou com um processo na Suprema Corte dos Estados Unidos acusando o estúdio de não pagar os devidos royalties pelo uso de sua imagem em produtos licenciados do filme. Além disso, ela alega que a empresa tem dificultado até mesmo o acesso aos números do quanto ela deveria receber por esses adicionais.

Foto: Warner Bros / Canaltech

De acordo com os advogados da atriz, Aarons teria direito a muito mais do que apenas aos US$ 71,5 mil que ela recebeu por interpretar a assustadora freira nos filmes, já que a Warner lucrou (e ainda lucra) muito com a imagem sombria da personagem — e algo que só é possível graças à própria atriz.

Atriz de A Freira entrou na Justiça alegando que não recebeu royalties sobre uso de sua imagem em produtos licenciados (Imagem: Reprodução/Warner Bros)
Atriz de A Freira entrou na Justiça alegando que não recebeu royalties sobre uso de sua imagem em produtos licenciados (Imagem: Reprodução/Warner Bros)
Foto: Canaltech

Segundo a acusação, isso foi algo que o próprio produtor Peter Safran teria dito quando ela foi escolhida para o papel. À época de Invocação do Mal 2, Safran teria se impressionado com a fisionomia de Aarons e destacou que ela era exatamente o que a equipe procurava para a personagem.

A partir disso, o estúdio transformou A Freira em um título de sucesso que arrecadou mais de US$ 365 milhões de bilheteria. Mais do que isso, usou a imagem Aarons em uma infinidade de produtos, como camisetas, pôsteres, brinquedos, objetos de decoração e tantos outros sem que a intérprete de Valak recebesse um único centavo a mais por isso.

O ponto que os advogados destacam é que o próprio contrato de Aarons prevê o recebimento desses adicionais. Os termos trazem, conforme eles explicam, o pagamento de eventuais bônus que iriam de 5% a 50% da receita bruta desses licenciamentos e que seria incluído nessa categoria que os royalties de merchandising se encaixariam. A atriz conta que recebeu apenas um extra de US$ 175 mil referente ao bom desempenho de A Freira nas bilheterias.

Ao mesmo tempo, eles dizem que não sabem ao certo o quanto a intérprete da freira deveria receber, já que a Warner não vem sendo transparente em relação ao quanto de receita a imagem da atriz gerou e tampouco o quanto ela teria direito.

E o mais curioso dessa ação judicial é seu timing, já que ela acontece às vésperas da estreia de A Freira 2, previsto para chegar aos cinemas no próximo dia 7 de setembro.

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