"Foi um erro": Roteirista de Power Rangers desabafa sobre escalação de atores asiáticos e negros como Ranger Amarela e Ranger Preto
Polêmicas, problemas internos e críticas da mídia fizeram atores saírem do programa pouco depois da primeira temporada.
Dificilmente uma pessoa que cresceu entre os anos 1990 e 2000 não teve algum tipo de contato com a franquia Power Rangers. Conhecido no mercado internacional como Mighty Morphin Power Rangers, a série fez parte da infância de inúmeros brasileiros através da TV aberta e de suas mais variadas encarnações - das versões que abraçavam animais e dinossauros àquelas que os heróis tinham poderes místicos.
Como qualquer outra série da época, a produção inspirada em Super Sentai também foi envolta em muitas controvérsias. Recentemente, o roteirista principal da saga, Tony Oliver, se manifestou sobre escolhas de elenco amplamente criticadas por questões raciais.
O escritor afirma que a série foi ao ar por duas temporadas, com "o personagem negro, o Ranger Preto, e a personagem asiática, a Ranger Amarelo" porque "nenhum de nós está pensando em estereótipos", disse Dark Side of the Power Rangers, o episódio mais recente da série documental Hollywood Demons.
Embora tenha sugerido que não estavam pensando neste lugar-comum étnico, os personagens ainda ganharam características que reforçam estereótipos, já que, segundo o roteirista, o Ranger Preto (Walter Jones) "parecia ter a arrogância do grupo", enquanto a Ranger Amarela (Thuy Trang) era "pacífica, que tende a ser a consciência da equipe".
Ainda no episódio,…
Artigo original publicado em AdoroCinema
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