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Gloria Pires associa seu papel em 'Éramos Seis' ao empoderamento feminino

Atriz fala sobre sua personagem na novela das seis e se compara com a filha Cleo Pires: 'Sou uma mulher comum'

25 set 2019 - 12h42
(atualizado às 14h24)
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Gloria Pires interpreta a protagonista Lola no remake de 'Éramos Seis' na Globo.
Gloria Pires interpreta a protagonista Lola no remake de 'Éramos Seis' na Globo.
Foto: Raquel Cunha / Globo / Divulgação / Estadão

Gloria Pires, de 56 anos, comentou seu papel em Éramos Seis, fazendo menção à importância feminina na sociedade. A trama estreia na próxima segunda-feira, 30 e a atriz encenará a protagonista Dona Lola, uma senhora trabalhadora e matriarca que vê sua família passar por dificuldades, de 1914 a 1942, no interior de São Paulo.

Em entrevista ao jornal Extra nesta quarta-feira, 25, ela disse que as mulheres não tinham noção da relevância delas no passado. "A gente achava que, como elas estavam sempre nas sombras, não tinham importância. Mas elas eram firmes, mantendo suas famílias e seus lares. Isso sempre esteve nas mãos das mulheres, mas hoje a gente reconhece isso", analisou.

Na terça-feira, 24, Gloria Pires compartilhou uma foto no Instagram com Nicette Bruno e Irene Ravache na casa de Lola, após um encontro promovido pelo Fantástico. As duas interpretaram a personagem nas versões de 1977 e 1994, respectivamente. "Que emoção, que honra fazer parte dessa história ao lado de mulheres tão inspiradoras", escreveu. Confira abaixo:

Ver essa foto no Instagram

As Lolas! ?? 1977, 1994 e 2019. Que emoção, que honra fazer parte dessa história ao lado de mulheres tão inspiradoras! Vem aí, #ÉramosSeis! ??????? Raquel Cunha

Uma publicação compartilhada por Gloria Pires (@gpiresoficial) em

Ainda em entrevista ao Extra, Gloria elogiou a filha Cleo Pires, de 36 anos, se comparando com a primogênita de forma modéstia.

"Ela, sim, é poderosa. Sou só uma mulher normal, comum. Apenas sempre soube o que eu queria e tive claro quem manda em quem, como nas relações financeiras e de poder e tudo que o consumismo nos impõe. Sabia o que me servia ou não, mas nada a mais do que isso", disse.

Estadão
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