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Quanto custa a internação de Lula? Saiba os preços do Hospital Sírio Libanês

Internação de Lula é salgada e pode ser ainda mais cara dependendo do período que o presidente passe no hospital; veja valores

10 dez 2024 - 11h50
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Quanto custa a internação de Lula? Saiba os preços do Hospital Sírio Libanês
Quanto custa a internação de Lula? Saiba os preços do Hospital Sírio Libanês
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontra internado na unidade de Brasília do Hospital Sírio Libanês após sentir fortes dores na cabeça nesta segunda-feira (9). Ao chegar no local, foi descoberto uma hemorragia intracraniana em decorrência do acidente doméstico que sofreu há dois meses, no dia 19 de outubro. O político, então, foi submetido a uma cirurgia de emergência para drenar o hematoma e segue hospitalizado para recuperação.

Segundo o boletim médico emitido às 4h da manhã desta terça-feira (10), o presidente está acordado, consciente e bem. Lula está sendo monitorado pela equipe médica do Dr. Roberto Kalil Filho e da Dra. Angela Helena Germoglio.

Quanto Lula está pagando na internação?

O Hospital Sírio Libanês é conhecido por oferecer tratamentos de ponta e por ter três unidades espalhadas pelo Brasil: duas em São Paulo e uma em Brasília. Segundo o site Planos de Saúde RJ, que faz cotação de preços de serviços médicos, uma internação no local pode passar dos quatro dígitos por dia.

De acordo com o portal, o preço da internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é de aproximadamente R$ 2.133 por dia. Em casos mais complexos, que consistem na internação da UTI seguida da de quarto, o paciente pode desembolsar até R$ 27.000. Esses são os preços dos serviços particulares do local, mas o hospital também aceita os planos Bradesco, NotreDame, Omint, Lincx e SulAmérica.

Como foi o acidente sofrido por Lula?

O presidente se acidentou em sua residência oficial, o Palácio da Alvorada, especificamente em seu banheiro, e sofreu um ferimento na regiã da nuca, que exigiu a aplicação de cinco pontos. Por isso, ele precisou seguir recomendações médicas que incluíam evitar esforços físicos intensos e manter-se em estado de "repouso relativo" nos dias seguintes. O médico Roberto Kalil, responsável pela saúde do presidente há três décadas, afirmou em entrevista ao programa Estúdio 1 da GloboNews que foram necessárias medidas cautelosas adicionais, como a restrição a viagens longas durante o período de recuperação.

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