Amigos são a família que escolhemos, diz Danni
Os peões fizeram uma atividade em que discutiram diversos aspectos da amizade. Eles tinham que escolher uma pessoa e fazer uma pergunta. O escolhido deveria responder e, depois disso, os demais poderiam comentar e complementar, se quisessem.
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Danni Carlos concorda com a frase que diz que "amigos são a família que a gente escolhe". "A palavra família vem de flâmula. Flâmula vem de fogo. A palavra família, portanto, significa aqueles que você reúne em volta da sua fogueira para se assentar, conversar e se esquentar. E você escolhe quem vai se assentar em volta do seu calor, do seu fogo", filosofa a cantora. Dado aplaude a resposta.
Pedro diz que não ficaria bravo se um amigo pedisse seu carro emprestado e batesse, mesmo que fosse novo. "É só ele pagar a franquia", brinca o cantor. Em outro momento, diz que tentaria de todo o jeito matar uma paixão pela mulher de um amigo seu. "Jamais tentaria viver esse amor."
Jonathan acredita no ditado "amigos, amigos, negócios à parte". Ele conta que tem muitos amigos com quem tem projetos e que a frase deve ser seguida ao pé da letra. "Você tem que colocar uma linha para dividir o que é o negócio, o que é a amizade", explica.
Samambaia lamenta não ter amigas com quem possa contar nos momentos difíceis. "Já tive várias que eu ajudei e depois me viraram as costas", lembra. Ela fala de uma vez que foi buscar uma amiga que a mãe havia expulsado de casa. "Abriguei-a durante um tempo e, quando ela arrumou um namorado, saiu falando mal de mim", diz. "Nunca tive um amigo quando precisei, sempre tive o retorno de Deus", afirma a modelo.
Carlinhos garante que nunca brigou com amigos se eles não tem tempo para a amizade. "Já tive discussão sadia, essa coisa de ficar dando pilha, de brincar", responde. "Aprendi a lidar com todas as situações sozinho e os amigos podem não estar 100% disponíveis", diz.
Dado é afrontado com uma situação hipotética: um amigo atropelou alguém e fugiu. O acidente não deixou testemunhas, mas ele se abre com você sobre o ocorrido. "Eu tentaria convencer a pessoa a ir à delegacia e prestar socorro à família do acidentado", garante.
Fabi levaria em consideração a opinião da família sobre um amigo. "Família tem um sexto sentido, acho que se minha família não gostasse de um amigo, eu o observaria melhor", opina.
Os peões estavam discutindo animadamente, mas tiveram que se preparar para mais uma atividade, que ainda era surpresa.