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Sobrinha de Ruy Barbosa faz pela 3ª vez novela do tio

Sobrinha de Ruy Barbosa faz pela 3ª vez novela do tio

30 mar 2009 - 18h18
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Para interpretar a regateira Nina em Paraíso, Mareliz Rodrigues precisou redescobrir sua vaidade. Com um estilo mais contido, a atriz abusou dos acessórios e do salto alto, já que sua personagem é um exemplo de mulher desesperada por um casamento. "Esse trabalho me fez ser mais mulher. Descobri uma feminilidade em mim que não conhecia", revela.

Aos 37 anos, a atriz e dançarina iniciou na tevê em 2002 como a inocente Isabela em Esperança. Depois, só voltou ao ar em 2004, como a nobre Pequetita, em Cabocla. Em sua primeira personagem contemporânea, Mareliz já soma três trabalhos escritos pelo autor Benedito Ruy Barbosa, que também é seu tio. Apesar do parentesco, ela jura que os papéis foram conquistados e não dados. "Acredito na honestidade e no profissionalismo do meu tio. Para todos os papéis, fiz teste e cheguei a não ser aprovada por ele na minha primeira tentativa", garante.

Nome: Mareliz Rodrigues Barbosa.

Nascimento: 6 de maio de 1971, em São Paulo.

Primeiro trabalho na tevê: Isabela, em Esperança, em 2002, na Globo.

Um momento marcante na carreira: "Em Cabocla, um momento em que a Pequetita tinha de declamar uns versos, e a minha platéia tinha ótimos atores como o Tony Ramos, a Patricia Pillar, Reginaldo Faria, Daniel de Oliveira, Regiane Alvez e Oscar Magrini. Acho que foi o momento mais emocionante da minha vida".

A que gosta de assistir: Programas de entrevistas.

A que nunca assiste: Programas violentos.

O que falta na televisão: "Agora que estou com um filho, sinto muito falta de produções nacionais para crianças".

O que sobra na televisão: Fofoca.

Ator: Tony Ramos.

Atriz: Laura Cardoso.

Com quem gostaria de contracenar: Tony Ramos.

Se não fosse ator, o que seria: "Repórter de um programa de turismo".

Interpretação memorável: "Uma cena do Carlos Vereza, em que ele era o senador Caxias, na novela O Rei do Gado. Ele fazia um discurso inflamado. Estava todo suado e, de repente, uma gota do seu suor cai na palavra 'terra' escrita em seu discurso. Achei muito emocionante."

Qual papel gostaria de representar: Branca, do Santo Inquérito do Dias Gomes.

Novela: O Rei do Gado, de Benedito Ruy Barbosa, exibida pela Globo, em 1996.

Melhor canção de trilha sonora: Você não me ensinou a te esquecer, de Caetano Veloso, da trilha sonora do filme Lisbela e o prisioneiro.

Melhor abertura de novela: Cabocla.

Um vilão marcante: Percival Farquhar, de Tony Ramos, na minissérie Mad Maria, exibida pela Globo, em 2005.

Que novela que gostaria que fosse reprisada: Saramandaia, de Dias Gomes, exibida pela Globo, em 1976.

Diretor Favorito: Jean Pierre Janet.

Filme: Encontro Marcado.

Livro: A Boa Sorte, de Álex Rovira.

Um vexame: Confundir as pessoas.

Uma mania: Dar um fora. "Às vezes acabo dando respostas mais ríspidas, mas não tenho a intenção de ser grosseira".

Medo: "De perder as pessoas que eu amo".

Projeto: "Me dedicar à novela e ao meu espaço cultural recém-inaugurado, Vamos Fazer Arte".

Paraíso ¿ Globo ¿ Segunda a sexta, às 18 h.

Mareliz Rodrigues, átomo
Mareliz Rodrigues, átomo
Foto: Pedro Paulo Figueiredo/Carta Z Notícias / TV Press
Fonte: TV Press
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