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Na COP vamos apresentar soluções para o agro com foco em sustentabilidade, diz presidente da Embrapa

Segundo Silvia Massruhá, o Programa Nacional de Conversão de Pastagens, desenvolvido pela empresa, será uma das iniciativas que serão apresentadas no evento

28 mar 2025 - 18h01
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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) está se preparando para apresentar na Conferência das Nações Unidas Sobre Mudança Climática (COP-30) uma série de iniciativas focadas na sustentabilidade e na agricultura regenerativa, com o objetivo de posicionar o Brasil como uma potência agroambiental, relatou a presidente da estatal de pesquisa agropecuária, Silvia Massruhá, durante participação no COP-30 Business Forum, promovido nesta sexta-feira, 28, em São Paulo, pela Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil).

Durante sua apresentação, ela abordou a atuação da Embrapa no desenvolvimento de soluções voltadas para a recuperação de pastagens degradadas. Massruhá mencionou o Programa Nacional de Conversão de Pastagens, uma iniciativa que será apresentada na COP-30. "Fizemos um estudo na Embrapa e identificamos 28 milhões de hectares com degradação severa ou moderada, que podemos trabalhar para a recuperação", disse. O projeto visa à restauração de áreas degradadas por meio da agricultura regenerativa, com foco na adaptação às diferentes realidades dos Estados brasileiros.

Na COP-30, a Embrapa também estará envolvida em uma série de ações para promover a integração do setor agrícola com o público internacional. "Nós vamos ter a casa do agricultor, com a parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Sebrae e diversas empresas privadas, onde apresentaremos vitrine tecnológica", contou a presidente.

Além disso, a Embrapa pretende envolver o setor produtivo em sete eventos preparatórios para a COP, sendo o primeiro deles em maio, em Brasília. "É muito importante a participação do setor produtivo. Queremos criar um documento de projetos financiáveis para apresentar em novembro", destacou Massruhá.

Estadão
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