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Oferta Interna de Energia deverá subir 4,6% em 2021, diz governo

29 set 2021 - 20h09
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A Oferta Interna de Energia (OIE) de 2021, que é a energia necessária para movimentar a economia do país, deverá crescer 4,6% sobre 2020, informou nesta quarta-feira o Ministério de Minas e Energia.

Linhas de transmissão de energia
16/5/2018 REUTERS/Rafael Marchante
Linhas de transmissão de energia 16/5/2018 REUTERS/Rafael Marchante
Foto: Reuters

Em 2020, a OIE recuou 2,2% com relação a 2019, mas a expansão de 2021 será suficiente para ultrapassar o valor de 2019 em 2,3%.

Os números constam em Boletim Mensal de Energia de julho, elaborado pela secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do ministério.

Para a Oferta Interna de Energia Elétrica (OIEE) de 2021, que inclui o consumo nos setores econômicos e perdas na transmissão e distribuição, é esperada uma alta de 5,2% sobre 2020, superando o montante de 2019 em 4,4%.

"Algumas atividades muito afetadas pela pandemia de Covid-19, como setor aéreo, veículos leves e comércio, apesar de boa recuperação em 2021 sobre 2020, ainda seguirão com demandas de energia inferiores aos montantes de 2019", disse o ministério.

"Assim, a indústria, o transporte de cargas e as residências serão os principais responsáveis pelos incrementos sobre os montantes de energia de 2019."

As fontes renováveis foram beneficiadas em 2020 por serem pouco afetadas pelas medidas adotadas na pandemia.

Já em 2021, estão sendo prejudicadas tanto por uma retomada de combustíveis fósseis em veículos leves, quanto pelo agravamento da seca, que exige maior geração termelétrica fóssil e vem causando prejuízos à agricultura, segundo a pasta.

Em especial, a previsão de baixa no setor sucroalcooleiro está próxima de 10%, atividade responsável por 17% da OIE do Brasil e toda renovável.

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