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Rui Costa defende Haddad e diz que políticas econômicas têm garantido avanços estruturais

Segundo ministro da Casa Civil, chefe da Fazenda tem respaldo do presidente Lula e 'papel fundamental' para garantir crescimento sustentável do País

26 fev 2025 - 09h40
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O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta quarta-feira, 26, que as políticas econômicas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, têm garantido avanços estruturais e defendeu as medidas adotadas pelo governo para equilibrar as contas públicas sem comprometer o crescimento.

"O papel do governo Lula é incentivar. Ele está com dados históricos de leilões de concessão e PPPs para alavancar o investimento sem aumentar o endividamento público", afirmou, em entrevista à GloboNews. Costa minimizou críticas sobre a condução da economia e a relação entre o governo e o Congresso.

Segundo Costa, Haddad tem total respaldo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros do Palácio do Planalto para todas as suas iniciativas. "O ministro Haddad teve e tem todo o apoio do presidente da República, do Palácio, dos ministros do Palácio para todas as iniciativas que ele tomou. Em momento nenhum houve qualquer questionamento sobre sua condução", afirmou, ao rechaçar especulações sobre desentendimentos internos.

Ele também minimizou os rumores sobre uma possível crise na equipe econômica e reforçou que o trabalho de Haddad é reconhecido no governo. "Ouvi dizer que falaram de Haddad em uma reunião; se discutiu comunicação. Antes de sair qualquer medida, tem que ter comunicação do governo", disse.

Costa destacou ainda que as medidas econômicas adotadas pelo governo visam estruturar a economia sem comprometer a responsabilidade fiscal. "O governo Lula está focado em garantir um crescimento sustentável, e Haddad tem um papel fundamental nesse processo", afirmou.

Sobre críticas quanto ao modelo de crédito consignado, o ministro defendeu o novo formato, negando que a medida possa agravar o endividamento das famílias. "O que nós estamos fazendo é diminuir o endividamento da população com um novo método que traz mais segurança ao sistema bancário", explicou. Ele defendeu que a iniciativa facilita o acesso ao crédito mais barato e reduz juros para os mais pobres.

Sobre a reorganização ministerial, Costa justificou as mudanças como uma estratégia para fortalecer a comunicação e a articulação política. "Time, uma equipe, você tem aqueles que entram em campo num primeiro momento. Se a gente fosse comparar com um jogo de futebol, tem jogadores que têm um perfil para jogar mais num primeiro tempo e tem jogadores com perfil de entrar num segundo tempo", disse.

O ministro reforçou que Lula está refletindo sobre o perfil adequado para a nova nomeação na articulação política. "É preciso um nome que tenha vontade de dialogar com o Congresso, dialogar com prefeitos e governadores, porque temos dois anos de uma nova etapa", concluiu.

Ele também elogiou a ex-ministra da Saúde Nísia Trindade, e negou que sua saída tenha sido motivada por questões de desempenho. "Ela é uma pessoa extraordinária, uma pessoa séria, serena, capaz, que buscou com muito diálogo repactuar o SUS", declarou, sugerindo que Trindade poderá assumir novas funções no governo ou em organizações internacionais. "Com certeza outras missões se colocarão para ela", acrescentou.

Estadão
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