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Setor de serviços do Brasil ganha força em março mas confiança recua, mostra PMI

3 abr 2025 - 10h09
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O setor de serviços brasileiro ganhou tração em março com a entrada de novos negócios e aumento da produção, mas a confiança das empresas caiu para o menor patamar em quase quatro anos, apontou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI) nesta quinta-feira.

A S&P Global informou que seu PMI de serviços do Brasil subiu de 50,6 em fevereiro a 52,5 em março, leitura mais elevada desde novembro. A marca de 50 separa crescimento de contração.

Os entrevistados citaram o aumento de novos negócios como a principal razão por trás do crescimento da produção, com as vendas marcando o ritmo mais forte em quatro meses.

A melhora da demanda levou os fornecedores de serviços a recrutar novos funcionários pelo quinto mês seguido em março, mas com menos força do que em fevereiro.

No entanto, a confiança do setor caiu para o menor nível em 46 meses em março, com as evidências apontando que o otimismo foi afetado pelo aumento da inadimplência, pressões de preços e taxas de juros elevadas.

"Embora as empresas de serviços tenham se beneficiado de um aumento na entrada de novos negócios durante março, elas destacaram muitos desafios para as perspectivas de produção. Em particular, as empresas preveem que pressões inflacionárias e custos altos de empréstimos limitem os ganhos econômicos nos próximos 12 meses", destacou Pollyanna De Lima, diretora associada de economia da S&P Global Market Intelligence.

Em março, o BC seguiu o ritmo já previsto de aperto nos juros e elevou a Selic em 1 ponto percentual, a 14,25% ao ano, e indicou um ajuste de menor magnitude para a reunião de maio.

Os dados de março da pesquisa PMI ainda mostraram outro aumento substancial dos gastos operacionais, com os entrevistados citando preços mais altos de alimentos, aluguel, transporte e serviços públicos, além da depreciação do real.

Os fornecedores de serviços voltaram a repassar os custos ao cliente, mas o aumento dos preços cobrados foi em março o mais fraco em quatro meses.

Apesar de o setor industrial ter perdido força no Brasil em março, o PMI Composto acelerou a uma máxima de quatro meses, marcando 52,6 de 51,2 em fevereiro.

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