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Três em cada quatro empresas no Brasil não têm área dedicada à diversidade e inclusão, diz pesquisa

Levantamento da startup To.gather revela que, na maioria das companhias no País, pautas de diversidade competem com outras demandas do setor de RH e não recebem investimento específico

14 jun 2024 - 14h58
(atualizado às 15h03)
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Maior parte das empresas no Brasil conduz pauta de diversidade por meio da área de Recursos Humanos
Maior parte das empresas no Brasil conduz pauta de diversidade por meio da área de Recursos Humanos
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Estadão

A maior parte das empresas no Brasil não dispõe de área ou liderança para criar e gerir exclusivamente políticas de diversidade e inclusão (D&I). Segundo o estudo Panorama da diversidade nas organizações, publicado em maio pela startup de dados de diversidade To.gather, 60,9% das companhias no País encaminham a pauta ao setor de Recursos Humanos (RH), em meio a outras demandas.

As políticas de D&I são tratadas com dedicação exclusiva por somente 22,1% das empresas, segundo o levantamento, que mapeou 289 companhias de 20 segmentos do mercado. Outras organizações ainda conduzem a pauta por meio de departamentos corporativos diversos como os de Comunicação, de Sustentabilidade e de ESG (sigla em inglês para meio ambiente, social e governança).

Por isso, Sales pontua ser importante que a agenda esteja estruturada em políticas de governança corporativa para garantir sua continuidade. "O ideal é que a área de D&I tenha um caráter institucional, ligada diretamente à presidência da empresa, com um olhar transversal, porque quem faz a D&I acontecer no dia a dia são lideranças de todas as áreas da empresa, inclusive as que estão na ponta."

Além do engajamento desde a alta liderança, criar metas para D&I e atrelá-las à remuneração de executivos pode ser uma das formas de acelerar a agenda no ambiente corporativo, diz o consultor. "É importante que a empresa tenha compromisso com o tema e metas que possam impactar a remuneração dos executivos e que sejam acompanhadas pelo mercado do ponto de vista da transparência. (A empresa também deve ter) clareza do caminho que ela quer tomar e saber como esse tema se conecta à sua cultura."

Estadão
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