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Como a LaLiga apoiou operação que tirou 675 sites e 14 apps de streaming ilegal do ar

Presidência da associação estima perdas anuais de 600 milhões de euros para os clubes por transmissões clandestinas

19 set 2024 - 20h19
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A operação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que levou ao bloqueio e suspensão de 675 sites e 14 aplicativos de streaming ilegais teve apoio da LaLiga, associação organizadora do Campeonato Espanhol. A ação foi comemorada pelo presidente Javier Tebas, que já se referiu à pirataria como "praga" e apontou que as transmissões clandestinas de jogos do torneio espanhol geram perdas de 600 milhões de euros dos clubes anualmente.

Um dos serviços ilegais bloqueados é apontado pela Alianza como o maior da América Latina em volume de usuários, com 55 milhões de visitas nos últimos seis meses na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, Uruguai e Venezuela. O aplicativo redistribui o conteúdo audiovisual de programadores que compram os direitos e oferece diretamente aos usuários.

Segundo o MJSP, esse tipo de conteúdo não autorizado funciona como "isca" usada para a prática delitos. Ao entrar em contato com o material pirata, celulares e computadores podem ser infectados por vírus e malwares que os deixam expostos a práticas de roubo de dados.

A LaLiga se comprometeu a apoiar a investigação que já é desenvolvida na operação. O interesse se dá por uma briga da associação para proteger a transmissão dos seus jogos. Tebas definiu a ação como "exemplo mundial".

"A resolução, com base nas provas apresentadas pela Alianza, representa um exemplo mundial na luta contra a pirataria e a fraude de conteúdo audiovisual. Não só se conseguiu o bloqueio de todos os domínios associados ao serviço ilegal e à sua infraestrutura tecnológica, mas também se determinou que a Google deve impedir o uso de aplicativos ilegais já instalados em dispositivos Android por meio dos mecanismos de segurança que possui, algo que solicitamos em várias ocasiões", comemorou o presidente da LaLiga.

Em 2023, a associação por trás do Campeonato Espanhol removeu 1.251 vídeos do YouTube, mais de 938 mil vídeos em redes sociais, 61 mil perfis com conteúdo de fraude audiovisual, além de 7.300 grupos de mensagens que distribuíam conteúdo pirata.

Estadão
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