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Augusto Melo e ex-diretores do Corinthians são intimados a depor sobre caso VaideBet

Depoimentos foram solicitados pela Polícia Civil e ocorrerão ainda neste mês de abril

3 abr 2025 - 11h25
(atualizado às 13h06)
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O presidente do Corinthians, Augusto Melo, durante partida contra o Velo Clube, válida pelo Campeonato Paulista 2025, realizada na Neo Química Arena, na zona leste de São Paulo, no domingo, 19.
O presidente do Corinthians, Augusto Melo, durante partida contra o Velo Clube, válida pelo Campeonato Paulista 2025, realizada na Neo Química Arena, na zona leste de São Paulo, no domingo, 19.
Foto: PETER LEONE/O FOTOGRÁFICO/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente do Corinthians, Augusto Melo, o ex-diretor administrativo do clube, Marcelo Mariano e o antigo superintendente de marketing, Sérgio Moura, foram intimados pela Polícia Civil a prestar depoimento sobre o caso VaideBet. A intimação ocorreu nesta quarta-feira, 2, sob condição de investigados. 

De acordo com o ge, o primeiro a prestar esclarecimentos é Marcelo, com data marcada para 14 de abril. Já no dia seguinte, é a vez de Moura, enquanto Melo será o último, no dia 16. 

O caso é investigado pelo Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) e a 3ª Delegacia, responsável por casos de lavagem de dinheiro, e contam com o apoio do (Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público. 

O Corinthians e a VaideBet são investigados por suspeita de uso de empresas de fachada, lavagem de dinheiro e irregularidade no patrocínio firmado pelo clube em 2024. Ao todo, mais de 20 testemunhas já foram ouvidas desde que o caso veio à tona no ano passado, além de Alex Cassundé, responsável por intermediar o contrato com a empresa de apostas

Também foram ouvidos nos últimos dias Osmar Stábile, o primeiro vice-presidente, e Luiz Ricardo Alves, o Seedorf, então diretor adjunto do departamento financeiro do time. O Terra procurou o Cortinthians para mais esclarecimentos, mas foi informado que o clube não se manifestará por enquanto. 

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que o caso é investigado sob segredo de Justiça por meio de inquérito policial instaurado pelo Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), e que detalhes serão preservados para garantir a autonomia ao trabalho policial.

Fonte: Redação Terra
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