Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Terra na Copa

Brasil desconstrói mística antes de estrear em La Bombonera

21 nov 2012 - 07h52
(atualizado às 07h52)
Compartilhar
Exibir comentários

A Seleção Brasileira jamais jogou no Estádio de La Bombonera, em Buenos Aires. No entanto, boa parte da equipe de Mano Menezes está confortável com o confronto desta quarta-feira no estádio do Boca Juniors, que recebe o jogo de volta do Superclássico das Américas de 2012, nesta quarta-feira. Na partida de ida, em Goiânia, vitória brasileira por 2 a 1.

Com dois jogos em estádio argentino no ano, Cavalieri vê pressão só fora de campo
Com dois jogos em estádio argentino no ano, Cavalieri vê pressão só fora de campo
Foto: Léo Pinheiro / Terra

» Tatu, gaucho e cachorrinho; veja evolução dos mascotes das Copas

Pelos clubes, alguns dos principais convocados já atuarem no palco do duelo. A começar pelo próprio treinador, que decidiu a Copa Libertadores da América de 2007 contra o Boca. Na ocasião, no comando do Grêmio, perdeu por 3 a 0 na capital argentina, e sofreu nova derrota na decisão em Porto Alegre por 2 a 0.

Mesmo assim, Mano mostra confiança no fim da mística em torno de La Bombonera. “O Boca já não ganha como ganhava no passado, porque não tem o mesmo time que tinha no passado. Ganhava daquele jeito porque tinha essa capacidade. Para ganhar lá, você precisa ser melhor que seu adversário. É isso que temos que fazer contra a Argentina”, aposta o treinador.

Exemplo disso foi o que se viu na Libertadores de 2012, em jogos do Boca Juniors contra times brasileiros. Na fase de grupos, o Fluminense visitou o time argentino e venceu por 2 a 1. Nas quartas de final, porém, o Flu não deu a mesma sorte e perdeu por 1 a 0, caindo no Rio de Janeiro ao empatar por 1 a 1. Nas finais, o Corinthians empatou na Argentina por 1 a 1, antes de vencer por 2 a 0 no Estádio do Pacaembu e conquistar a taça.

Para o goleiro Diego Cavalieri, que atuou nos jogos do Fluminense pela Libertadores, a pressão exercida pela história do estádio não influencia quem está em campo. Por isso, basta ao Brasil controlar a própria ansiedade para entrar em campo em boas condições.

“É um estádio que tem uma história no futebol. Tive duas oportunidades de jogar lá neste ano - é uma experiência fantástica, uma atmosfera maravilhosa. Mas isso fica fora de campo, dentro de campo não interfere em nada”, disse Cavalieri, convocado pela primeira vez para a Seleção Brasileira, que será titular diante dos argentinos.

“Sem dúvida, vai ser o jogo mais importante da minha vida. Tenho que administrar isso. Tenho que encarar como um jogo normal. Não posso deixar que nada de fora atrapalhe minha concentração”, completou.

Com cinco novatos na Seleção Brasileira dentre os convocados para o Superclássico das Américas 2012 (Diego Cavallieri, do Fluminense; Durval, do Santos; Fellype Gabriel, do Botafogo; Jean, do Fluminense; e Léo Silva, do Atlético-MG), Mano Menezes espera que o Brasil não se abata diante da mística de La Bombonera e volte lá com o título.

“Vamos, como sempre, tentar o melhor. Para representar a Seleção Brasileira, é preciso ter essa visão. Muitos jogadores estão tendo oportunidade pela primeira vez”, analisou.

Fonte: Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade