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Real Madrid

Conheça os participantes da edição de 2018 do Mundial de Clubes

12 dez 2018 - 08h07
(atualizado às 08h07)
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Sul-americanos e europeus possuem uma hegemonia no Mundial de Clubes, sendo os únicos a conquistar a competição. Neste ano, a responsabilidade de manter a escrita cai nas costas de Real Madrid, campeão da Liga dos Campeões, e River Plate, vencedor da Copa Libertadores, e grandes favoritos a decidir o troféu.

Os outros cinco times são considerados azarões, e serão verdadeiras zebras caso desbanquem os gigantes River e Real. Neste ano, o Al Ain, representante dos Emirados Árabes Unidos, país-sede, o Team Wellington, da Nova Zelândia, campeão da Oceania, o mexicano Chivas Guadalajara, campeão da Concacaf, o Kashima Antlers, japonês campeão da Ásia, e o Espérance, do Marrocos, campeão africano, buscam quebrar a hegemonia da América Latina e Europa no torneio.

Conheça os participantes

AL AIN

O Al Ain está no Mundial de Clubes por ser o campeão nacional dos Emirados Árabes Unidos, o país anfitrião. O time é considerado com padrão tática satisfatório para as equipes asiáticas, muito pela experiência do técnico croata Zoran Mamic.

"Temos que trabalhar para fazermos uma grande competição, pois representamos o povo local", disse Zoran Mamic.

O principal destaque do time é o experiente atacante sueco Marcus Berg, artilheiro do campeonato nacional do país com 25 gols. O meia brasileiro Caio, revelado na base do São Paulo e que fez carreira no Japão, é titular.

TIME-BASE: Khalid Eisa, Ismail Ahmed, Mohammed Fayez, Mohanad Salem e Mohamad Ahmad; Tongo Doumbia, Hussein El Shahat, Caio e Amer Abdulrahman ; Jamal Maroof e Marcus Berg

Técnico: Zoran Mamic

CHIVAS GUADALAJARA

O ex-atacante da seleção paraguaia José Cardozo jamais poderia esperar que seu trabalho no Chivas Guadalajara fosse render tantos frutos em tão pouco tempo. Ele levou o time mexicano ao título da Liga dos Campeões da Concacaf batendo o Toronto do Canadá na final. Com isso, conseguiu a vaga no Mundial de Clubes e sonha em surpreender.

"Tenho um time sem a fama dos favoritos, principalmente do Real Madrid. Mas sei que podemos ir muito longe se colocarmos em campo toda a vontade que estamos pensando em aplicar", disse Cardozo.

A equipe conta com o meia Orbelín Pineda como o cérebro da equipe. O "dono" da equipe, porém, é o experiente defensor Carlos Salcedo.

TIME-BASE: Raul Gudino, Carlos Salcido, Jair Pereira, Miguel Basulto e Miguel Ponce; Aris Hernández, Michael Pérez, Isaác Brizuela, Cesar Huerta e Orbelín Pineda; Alan Pulido

Técnico: José Cardozo

ESPÉRANCE

O Espérance da Tunísia é o representante da África no Mundial de Clubes da Fifa. Ele conquistou a Liga dos Campeões do continente já sob o comando do técnico Mouin El Shaabanitomó, que assumiu a equipe nas semifinais e conseguiu uma grande arrancada.

"O equilíbrio entre os setores e a determinação em campo são as marcas da minha equipe", disse o treinador.

A estrela da companhia é o artilheiro Anice Badri, que representou a seleção da Tunísia na Copa do Mundo da Rússia e foi artilheiro da Liga dos Campeões da África com oito gols anotados.

TIME-BASE: Moez Ben Cherifia, Sameh Derbali, Iheb Mbarki, Houcine Rebai e Ali Machani; Ali Ben Romdhan, Adem Rjaibi, Ghailene Chaalali e Saad Bguir; Mohamed Belaili e Anice Badri

Técnico: Mouin El Shaabanitomó

TEAM WELLINGTON

Depois de o Auckland City reinar sozinho como campeão da Liga dos Campeões da Oceania e ser figurinha carimbada no Mundial de Clubes, dessa vez o time foi desbancado por um compatriota. O Team Wellington, também da Nova Zelândia, que vai jogar o torneio intercontinental carregando o rótulo de mais frágil da disputa. O técnico é o inglês José Manuel Figueira, que nasceu na Inglaterra, mas tem origem espanhola e dirige a seleção sub-17 da Nova Zelândia.

O treinador sabe que passar pelo Al Ain na estreia já seria um sonho. "Temos que pensar em subir um degrau de cada vez", disse Figueira.

Um time limitado como o Wellington tem poucas estrelas, mas a principal delas é o artilheiro Angus Kilkolly, autor de oito gols na Liga dos Campeões da Oceania.

TIME-BASE: Scott Basalaj, Justin Gulley, Scott Hilliar, Liam Wood e Michael Boso; Andrew Bevin, Jack-Henry Sinclair, Aaron Clapham e Mario Barcia; Ross Allen e Angus Kilkolly

Técnico: José Manuel Figueira

KASHIMA ANTLERS

O Kashima Antlers, finalista há dois anos contra o Real Madrid, sonha em repetir o feito. O time é dirigido pelo técnico Go Oiwa, que é muito valorizado por ter começado a carreira no clube, que defendeu em seus tempos de jogador. "Temos que sonhar alto se quisermos atingir algum objetivo grande", disse Oiwa.

O cérebro do time é o meia Yasushi Endo, veterano com passagem pela seleção japonesa. O meia brasileiro Serginho é o lado oportunista do time pela facilidade de chegar na frente e colocar a bola na rede rival.

TIME-BASE: Shinichiro Kawamata, Atsuto Uchida, Gen Shoji, Shuto Yanamoto e Koki Anzai; Ryota Nagaki, Yasushi Endo, Shoma Doi, Leandro e Serginho; Hiroki Abe

Técnico: Go Oiwa

REAL MADRID

Quando Zinedine Zidane e Cristiano Ronaldo deixaram o Real Madrid no fim da temporada passada muitos apostavam que os merengues perderiam a qualidade de seu futebol. O técnico Julen Lopetegui, contratado para a vaga do francês, não conseguiu manter o bom nível e acabou demitido após a humilhante goleada de 5 a 1 sofrida para o Barcelona pelo Campeonato Espanhol. Nas fileiras do próprio clube surgiu Santiago Solari, que assumiu o comando e está recolocando o time no caminho dos triunfos.

Os merengues passaram sem sustos pela fase de grupos e seguem na defesa do título da Liga dos Campeões, título que o deixa em condições de lutar pelo bicampeonato do Mundial. "Estamos ainda construindo um trabalho, mas muito representa para nós a conquista deste Mundial", disse Solari.

Se Cristiano Ronaldo se foi, o time segue recheado de estrelas, como o lateral-esquerdo Marcelo, o volante alemão Toni Kroos e o craque da última Copa do Mundo, o meia croata Luka Modric. Eles dão suporte para que a velocidade de Gareth Bale e o oportunismo de Karim Benzema possam render bons frutos.

TIME-BASE: Thibaut Courtois, Dani Carvajal, Sergio Ramos, Raphael Varane e Marcelo; Toni Kroos, Luka Modric, Marcos Llorente, e Gareth Bale; Lucas Vázquez e Karim Benzema

Técnico: Santiago Solari

RIVER PLATE

Tendo conquistado no domingo passado o título da Copa Libertadores, em uma decisão emocionante contra o Boca Juniors, o River Plate da Argentina chega para o torneio embalado e com status de único que pode ameaçar a conquista do Real Madrid. "Não estamos pensando no Real Madrid, pois existem outras equipes neste Mundial e temos que analisar nossos possíveis rivais" disse o técnico Marcelo Gallardo.

O elenco é de qualidade, tanto que peças como o meia Juan Quintero e o veterano atacante Ignacio Scocco podem ser deixados na reserva e utilizados durante os jogos, muitas vezes com o rival cansado. Pity Martínez dita o ritmo do meio-de-campo, que sempre tenta trabalhar boas bolas para o artilheiro Lucas Pratto.

TIME-BASE: Franco Armani, Gonzalo Montiel, Jonatan Maidana, Javier Pinola e Milton Casco; Leonardo Ponzio, Ignacio Fernández, Enzo Pérez, Exequiel Palácios e Pity Martínez; Lucas Pratto

Técnico: Marcelo Gallardo

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Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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