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Nova realidade financeira do Grêmio pode atrapalhar renovação de Dida

12 dez 2013 - 11h14
(atualizado às 13h33)
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<p>Dida tem futuro indefinido no Grêmio </p>
Dida tem futuro indefinido no Grêmio
Foto: Edu Andrade/Fato Press / Gazeta Press

A direção gremista tem a missão de formar um grupo competitivo para 2014, ano de Libertadores, sem gastar muito nas contratações e nos salários. Tal política pode atrapalhar a contratalção de grandes estrelas e até a permanência de atuais titulares, como o goleiro Dida.

A ideia é utilizar a criatividade, fórmula que já foi usada pelo presidente Fabio Koff na formação do grupo gremista de 1995. Na ocasião, o time ganhou a Libertadores da América contratando jogadores como os atacantes Paulo Nunes e Jardel e o zagueiro Adílson, desacreditados nos times de origem.

O corte nas despesas vale também para o goleiro Dida, que está com o contrato acabando no final de dezembro e ainda não sabe se vai ou não permanecer para a Libertadores do ano que vem. Mesmo sendo um dos destaques da equipe neste Brasileiro, a direção tricolor não está disposta a aumentar o salário do camisa um gremista.

“A renovação do Dida é uma questão que será debatida na semana que vem. Vamos conversar com o empresário para falar de uma série de coisas como tempo de contrato e financeira. Vai ser feito um novo contrato e o Dida tem que entender que a situação financeira do clube não é boa e ele terá que se readequar a realidade financeira do clube”, disse o diretor de futebol do Grêmio, Marcos Chitolina.

A nova regra financeira vale também para a formação da comissão técnica. A direção quer a permanecia de Renato Gaúcho como treinador, mas já alertou que será impossível dar a valorização salarial que o treinador deseja para renovar o contrato.

“A realidade financeira do clube não é boa e o torcedor precisa saber disto, vamos ter que ter muita criatividade para manter o grupo competitivo para o ano que vem, que é um ano de Libertadores. A renovação do Renato é uma convicção da direção e que agora está a cargo do presidente Koff, é ele quem vai definir a renovação ou não do Renato”, disse Chitolina.

A direção gremista estabeleceu um teto salarial de R$ 300 mil para treinador, independente se for o Renato Gaúcho ou outro profissional. Agregando ao salário uma premiação por metas alcançadas durante a temporada.

Fonte: Cristiano Leonardo S. da Silva Jornalismo - Especial para o Terra Cristiano Leonardo S. da Silva Jornalismo - Especial para o Terra
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