O lateral direito ganhou destaque no Atlético-MG como um jogador de muita energia, velocidade e precisão nos chutes e cruzamentos. Depois, no São Paulo, foi campeão da Libertadores e do Mundial, ganhando a convocação para a Copa do Mundo de 2006. À época franzino, Cicinho ganhou força e tatuagens em sua passagem pela Europa, onde defendeu Real Madrid e Roma. Depois de uma lesão séria no joelho sofrida no clube espanhol, porém, seu futebol nunca mais foi o mesmo que o levou à Seleção.