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Após derrota no clássico, Odair revela "nãos" na busca por reforços: "Estamos trabalhando"

5 fev 2023 - 06h06
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O técnico do Santos, Odair Hellmann, não teve papas na língua após a derrota por 3 a 1 para o Palmeiras no clássico deste sábado, no Morumbi, pela sexta rodada do Campeonato Paulista. O comandante do Peixe revelou que a diretoria está buscando reforços no mercado para qualificar o elenco, mas vê suas propostas serem negadas por atletas e empresários.

Foto: Odair / Gazeta Esportiva

"Desde o primeiro dia estamos tentando qualificar o grupo, trazer jogadores. Não quiseram vir para cá, o mercado passa e às vezes você não consegue por causa de dinheiro, porque o empresário quer botar o jogador em outro time. Ou você acha que estou o dia inteiro parado, olhando para as praias de Santos, que são lindíssimas? Estamos trabalhando, mas muitas vezes recebemos muitos 'nãos'. Você fica quatro dias em uma negociação e ela não acontece", revelou Odair Hellmann.

Com orçamento limitado, o Santos não está disposto a fazer loucuras para qualificar seu elenco. A atual gestão tem como uma das prioridades a responsabilidade financeira e, por isso, tem tido dificuldade para acertar contratações de jogadores renomados, que cheguem para ser titulares da equipe.

"Quando não tem tempo e resultado, gera essa situação. Agora, pro torcedor, estamos sempre desde o primeiro dia tentando contratações e recebemos muitos 'nãos'. Mas, vamos continuar tentando para que possamos qualificar o grupo. Estamos buscando, já tentamos três, quatro, cinco jogadores e não conseguimos. Tomara que consigamos até o dia 10 [de fevereiro]", prosseguiu o comandante santista.

Agora, o Santos já volta o foco para o confronto da próxima quarta-feira, contra o São Bento, de Sorocaba, no Canindé, que vem recebendo algumas partidas do Peixe neste ano pelo fato de a diretoria querer aproximar o time dos torcedores que vivem na capital paulista. O tempo para fazer ajustes, no entanto, é pouco.

"O torcedor não está tranquilo há dois anos e meio, vamos ser sinceros. Como vou vir aqui e falar pro torcedor ficar tranquilo? Torcedor está triste, tem a razão dele, mas eu também como comandante do time não posso vir aqui e dizer que não acredito. Não tenho tempo pra treinar, mas tenho que encontrar solução. Eu também não estou feliz. Respeito o torcedor que está triste, chateado, mas eu preciso olhar pra frente, pro amanhã, quem está recuperado, quem tem força, quem está bem para a próxima partida", afirmou Odair Hellmann.

"Em um treino de 15 minutos, eu tenho que posicionar o time para na quarta-feira conquistar o resultado. É nisso que eu acredito, que eu vou trabalhar para produzir. O que posso pedir pro torcedor é que ele vá ao estádio, incentive. Se ele achar que tem que vaiar, temos que tapar o nosso ouvido e seguir em frente, conquistar resultados para as coisas mudarem. É o momento de todo mundo estar junto. Quanto mais junto, mais a gente se fortalece. Não tenho tempo de ficar chateado, triste. Vou pra minha casa agora e ficar a noite inteira pedindo a Deus para que ninguém mais se machuque, para que eu possa afazer as escolhas, montar a estratégia pro próximo jogo", concluiu.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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