Não surgiu ainda nenhuma nova sigla importante em Hanover, já que o setor de tecnologia, que fatura US$ 2 trilhões ao ano, está concentrado em fazer dinheiro com os termos de anos passados, como Wi-Fi, 3G e Bluetooth.
"Demora um pouco para que uma sociedade consiga digerir a velha tecnologia. Mas quando surge demanda das empresas, temos uma tempestade", disse George Colony, presidente do grupo norte-americano de consultoria Forrester Research em uma conferência aqui esta semana. "Já está na hora de outra tempestade", disse.
A Intel, maior fabricante mundial de chips, uniu todos os grandes produtores mundiais de computadores em apoio ao seu novo chip com tecnologia de transmissão de dados sem fio, Wi-Fi, que permite que laptops se conectem à Internet sem precisarem de cabos.
A Motorola, fabricante norte-americana de celulares, se uniu ao canal de música MTV para transmitir videoclipes a celulares, enquanto a Philips, fabricante de bens eletrônicos de consumo, anunciou que venderá produtos de Internet de alta velocidade em parceria com a operadora holandesa de telecomunicações KPN.
Os grupos de pesquisa Forrester e Gartner Dataquest previram recentemente outro ano de baixo ou nenhum crescimento para o setor de tecnologia, que está deprimido desde 2000, o seu ano de pico.