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Argentinos são condenados a 21 anos de prisão pela morte de conterrâneo em praia de SC

Trio é acusado pela morte de Ariel Malvino, ocorrida em janeiro de 2006; turista, também argentino, foi morto após ser apedrejado na cabeça

31 mar 2025 - 21h20
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Resumo
Três jogadores de rúgbi argentinos foram condenados a 21 anos de prisão pelo Tribunal do Júri de Garopaba, SC, pela morte de um turista argentino em 2006, após agressão brutal na praia da Ferrugem.
O turista argentino Ariel Malvino, à época com 23 anos, foi morto por conterrâneos em uma praia de SC, em janeiro de 2006
O turista argentino Ariel Malvino, à época com 23 anos, foi morto por conterrâneos em uma praia de SC, em janeiro de 2006
Foto: Reprodução

O Tribunal do Juri de Garopaba, no litoral de Santa Catarina, condenou três jogadores de rúgbi argentinos pela morte de um turista, também argentino, apedrejado após reclamar da violência dos conterrâneos. Ao todo, as penas totalizam em 21 anos de prisão, em regime semiaberto. 

Segundo o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), Eduardo Guillermo Braun Billinghurst, Carlos Andrés Gallino Yanzi e Horácio Antônio Pozo foram sentenciados por lesão corporal seguida de morte. 

O turista Ariel Malvino, 23, foi morto pelos conterrâneos em 19 de janeiro de 2006 na praia da Ferrugem. Na ocasião, os três jogadores se envolveram em uma briga generalizada com veranistas na região e Ariel, que observava a cena, fez críticas sobre a violência de argentinos em viagens ao exterior. 

Ariel foi atacado por dois dos acusados após os comentários. Ao receber um soco, o turista bateu caiu e bateu a cabeça no chão. Em seguida, um terceiro aproveitou que a vítima estava consciente e bateu com uma pedra contra a cabeça do turista. De acordo com o TJSC, a rochava pesava 17,5 kg.  

O turista morreu no local, e um laudo pericial apontou que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico 'por meio de energia mtecânica e instrumento contundente'.

Os réus são naturais de Corrientes, capital da província de mesmo nome, no norte da Argentina, a cerca de 900 km de Buenos Aires

Segundo o TJSC, o fato de os envolvidos e boa parte das testemunhas serem estrangeiros provocou demora processual, com a necessidade de expedição de inúmeras cartas rogatórias -- instrumento jurídico para a comunicação entre a Justiça de países diferentes -- e prazos ampliados de cumprimento. 

O Terra tenta contato com a defesa dos condenados. O espaço segue aberto para manifestação. 

Fonte: Redação Terra
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