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Ibama tinha alertado sobre risco de rompimento de barragem

Órgão fez o alerta em dezembro, em reunião extraordinária

26 jan 2019 - 15h22
(atualizado às 16h05)
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A possibilidade de rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, foi discutida em uma reunião em 11 de dezembro de 2018.

Ibama tinha alertado sobre risco de rompimento de barragem
Ibama tinha alertado sobre risco de rompimento de barragem
Foto: EPA / Ansa - Brasil

    A preocupação com a barragem consta em uma ata do encontro, que ocorreu em caráter extraordinário dentro do órgão ambiental de Minas Gerais, que debatia a ampliação das atividades do complexo Paraopeba.

    Houve uma acalorada discussão, com a comunidade local apontando possíveis abalos hídricos com a ampliação do complexo. Mesmo assim, o projeto foi aprovado por 8 votos a 1, com 1 abstenção.

    A abstenção foi do representante do Ibama Julio Cesar Dutra Grillo, que alegou que era possível que a barragem se rompesse e citou exemplos de Mariana, com a barragem de Fundão. "Casa Branca tem algumas barragens acima de sua cabeça. Muita gente aqui citou o problema de Mariana, de Fundão, e vocês têm um problema similar. Ali é o seguinte: essas barragens não oferecem risco zero. Em uma negligência qualquer de quem está à frente de um sistema de gestão de risco, aquilo rompe. Se essa barragem ficar abandonada alguns anos, não for descomissionada, ela rompe, e isso são 10 milhões de mü, é um quarto do que saiu de Fundão", dissera Grillo, à época, de acordo com a ata da reunião.

    Nova preocupação - O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, disse neste sábado (26) que a chuva e a barragem 6, formada por água, com 1 milhão de mü, são motivos de preocupação. A barragem 6 fica ao lado da barragem 1, que se rompeu na sexta-feira. A Vale disse que está realizando a drenagem da barragem 6 com o uso de bombas para reduzir a quantidade de água. A estrutura está sendo monitorada a cada uma hora.

Ansa - Brasil
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