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Polícia

Andrei Rodrigues permanece como diretor da Polícia Federal, segundo Lewandowski

Nome de consenso entre as gestões, ele conta com a confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ainda, ele conduziu as investigações sobre atos golpistas e a crise nos territórios indígenas

24 jan 2024 - 22h23
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Andrei Rodrigues
Andrei Rodrigues
Foto: Reprodução/Youtube / Perfil Brasil

Ricardo Lewandowski, novo ministro da Justiça e Segurança Pública, formalizou a permanência de Andrei Rodrigues como diretor da Polícia Federal nesta quarta-feira (24). Ele comunicou sua decisão pelo blog depois de uma reunião no Ministério da Justiça. Rodrigues, nome de consenso entre as gestões, conta com a confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nesse sentido, vale ressaltar que ele conduziu as investigações sobre atos golpistas e a crise nos territórios indígenas.

Quem é o diretor da Polícia Federal?

Mais recentemente, durante a campanha eleitoral de Lula, Andrei Rodrigues foi responsável pela segurança do presidente. Além disso, participou da equipe de transição de governo. Antes disso, em 2010, o atual diretor da Polícia Federal chefiou a segurança da então candidata à presidência, Dilma Rousseff.

Formado em Direito pela Universidade Federal de Pelotas e com mestrado em Alta Gestão em Segurança Internacional pela Universidad Carlos III de Madrid, Rodrigues também foi secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos e supervisionou a segurança da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.

A equipe ministerial de Lewandowski

Desde que Lula o nomeou ministro da Justiça e Segurança Pública, Lewandowski vem divulgando os nomes de sua equipe ministerial. Além do diretor da Polícia Federal, ele também já escolheu a nova chefe de gabinete, o secretário Nacional de Segurança (Senasp) e o secretário-executivo.

Para assumir a posição de chefe de gabinete, Ana Maria Alvarenga Mamede foi o nome escolhido. Ela colabora com o novo ministro desde 2010, tendo exercido a função de chefe de gabinete no Supremo Tribunal Federal (STF) e trabalhado em seu escritório em Brasília.

Já o cargo de Secretario Nacional de Segurança foi assumido por Mario Sarrubbo Sarrubbo. Atual procurador-geral de Justiça de São Paulo, ele informou ao governador Tarcísio de Freitas em 17 de janeiro que havia aceitado o convite de Lewandowski. Reconhecido por sua abordagem rigorosa na área de segurança, ele acumula 34 anos de experiência no Ministério Público. Ainda, a nomeação é bem vista por ministros do STF, que veem nele alguém com uma abordagem mais pragmática da segurança.

Por fim, para posição de Secretário-executivo do Ministério da Justiça, Manoel Carlos de Almeida Neto foi o nomeado. Ele mantém uma relação estreita com Lewandowski. Há oito anos, atua no setor privado e desempenha a função de diretor jurídico na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

*texto sob supervisão de Tomaz Belluomini

Perfil Brasil
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