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Política

Bolsonaro diz que condenação de Le Pen é 'claro ativismo judicial da esquerda'

A líder da direita radical na França, Marine Le Pen, foi condenada a cinco anos de inelegibilidade e quatro anos de prisão por desvio de fundos públicos

31 mar 2025 - 15h59
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira, 31, que a decisão que tornou a líder de direita radical na França, Marine Le Pen, inelegível é um "claro ativismo judicial da esquerda". A Justiça francesa condenou Marine por desvios de fundos públicos na época em que era deputada do Parlamento Europeu.

"Essa decisão é um claro ativismo judicial da esquerda. A denúncia contra mim também é fumaça, e quem vai julgar a gente põe no mínimo uma interrogação. Que desvio de recurso público é esse da Le Pen? O Trump também foi acusado de algo parecido nos Estados Unidos, ele enfrentou, é bilionário, líder do maior partido, conseguiu enfrentar", afirmou o ex-presidente em entrevista à Reuters.

Bolsonaro está impedido de disputar eleições até 2030. Ele foi condenado pela Justiça Eleitoral por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, após se reunir com embaixadores e criticar, sem provas, o sistema eleitoral brasileiro. Na última semana, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ainda tornou o ex-presidente réu por tentativa de golpe de Estado.

A Justiça da França declarou Marine Le Pen inelegível por cinco anos, decisão que passa a valer mesmo que a defesa recorra. A sentença inclui ainda quatro anos de prisão, dos quais dois devem ser cumpridos em regime domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.

A líder do partido Reunião Nacional (RN) deixou o tribunal logo após uma breve conversa com seu advogado, sem aguardar o anúncio das penas. A defesa classificou o veredicto como um "golpe contra a democracia".

De acordo com a investigação, o partido construiu de "forma coordenada e deliberada" um sistema de desvio da verba de € 21 mil (cerca de R$ 130 mil) dada aos deputados para pagar os assessores parlamentares. Parte do dinheiro ia para os cofres do partido, prática proibida pela legislação europeia.

Estadão
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