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Política

Nunes minimiza declaração de Jair Bolsonaro sobre ser 'muito cedo' para se engajar em sua campanha

Prefeito de São Paulo afirmou nesta sexta-feira que haverá 'momento certo' para intensificar a participação do ex-presidente na corrida eleitoral paulistana

6 set 2024 - 18h55
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O prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), minimizou a declaração do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de que ainda é "muito cedo" para se engajar "massivamente" em sua campanha. Nunes reafirmou o apoio de Bolsonaro ao seu nome e disse que haverá o "momento certo" para intensificar a participação do ex-presidente.

Ontem, Bolsonaro disse que o apoio mais explícito ao prefeito não parte dele e que ainda é cedo para se envolver massivamente na campanha do emedebista. "Pode ser que tenha que esperar um pouco mais", disse o ex-presidente após um comício de campanha em Belo Horizonte (MG) na última quinta-feira, 5.

A declaração contraria o que disse mais cedo, no mesmo dia, Tarcísio de Freitas (Republicanos). O governador insistiu que Bolsonaro iria entrar na campanha à reeleição do prefeito de São Paulo, de quem ao menos formalmente é aliado; o vice na chapa de Nunes, coronel Mello Araújo (PL), foi indicado pelo ex-presidente.

De acordo com o governador, os detalhes seriam definidos após o feriado do 7 de Setembro. No entanto, Bolsonaro tem relutado em apoiar Nunes de forma mais explícita e ainda não gravou para o horário eleitoral do prefeito, como se espera.

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Questionado sobre a insistência em ter Bolsonaro engajado em sua campanha, apesar da resistência do ex-presidente, Nunes afirmou que os jornalistas estão mais preocupados com isso do que ele. "Quem vai sair no santinho sou eu. O 15 sou eu", disse o prefeito, acrescentando que Bolsonaro representa um apoio "superimportante" para sua candidatura.

O prefeito confirmou sua presença no evento de 7 de Setembro, que novamente classificou como uma manifestação em defesa do Estado Democrático de Direito.

Em relação ao pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, pauta que deve ser abordada durante o ato, Nunes afirmou que cabe ao Senado fazer essa avaliação. O emedebista, porém, classificou como "preocupante" a reportagem da Folha de S.Paulo que mostrou que o gabinete do ministro deu ordens de forma não oficial para a produção de relatórios por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Estadão
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