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Política

Procuradoria-Geral de São Paulo pede para aumentar em 80 vezes multa de Bolsonaro

PGE busca que ex-presidente seja penalizado com um valor mais significativo pelas infrações sanitárias cometidas

7 jul 2023 - 14h22
(atualizado às 16h56)
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Presidente Jair  Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto
25/10/2021 REUTERS/Adriano Machado
Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto 25/10/2021 REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

A Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE-SP) entrou com recurso em uma ação que busca impor uma multa por violação sanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante suas motociatas realizadas em São Paulo em 2021.

Na ocasião, o antigo chefe do Executivo participou do evento sem usar máscara, infringindo as regras estabelecidas pelo governo paulista à época, sob a gestão de João Dória (PSDB).

O órgão, vinculado ao Governo do Estado liderado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), quer que Bolsonaro seja penalizado com uma multa mais significativa pelas infrações sanitárias cometidas. Atualmente, o PGE-SP tem Inês Maria dos Santos Coimbra de Almeida Prado como procuradora-geral, nomeada pelo ex-governador Rodrigo Garcia, e reconduzida ao cargo por Tarcísio no início do ano.

Em uma decisão de primeira instância, Jair Bolsonaro foi condenado a pagar uma multa de R$ 524,59 aos cofres públicos de São Paulo por violar as normas sanitárias do Estado.

Agora, a PGE solicita que Bolsonaro pague uma quantia de R$ 43.653, ou seja, cerca de 80 vezes mais do que o valor originalmente estabelecido - o que corresponde a um aumento de 8000%.

Distanciamento 

O pedido da ocorre em um momento de distanciamento entre o bolsonarismo e o governador de São Paulo, especialmente após o apoio público do governador à reforma tributária proposta pelo governo Lula.

Tarcísio de Freitas se afastou de Bolsonaro, criando um racha dentro da direita paulista. Enquanto o ex-presidente buscava bloquear o avanço da proposta e orientava os deputados de seu partido a votarem contra o processo.

No entanto, alguns membros do partido de Bolsonaro acabaram votando a favor do governo Lula em conjunto com Tarcísio, contribuindo para a aprovação acelerada da Reforma proposta por Haddad.

Fonte: Redação Terra
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