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Conta de Alexandre de Moraes é desativada no X em meio a embate com Musk

21 fev 2025 - 11h41
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A conta do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na rede social X foi desativada. Usuários perceberam a ausência do perfil na manhã desta sexta-feira (21), quando, ao tentar acessá-lo, encontraram a mensagem padrão da plataforma: "Essa conta não existe. Tente buscar outro(a)."

Conta de Alexandre de Moraes desativada no X
Conta de Alexandre de Moraes desativada no X
Foto: X/Reprodução / Perfil Brasil

Poucas horas depois, o STF confirmou que a desativação foi solicitada pelo próprio magistrado, que já não utilizava a plataforma desde janeiro de 2024. A Corte não informou o motivo exato para a decisão, mas, segundo apuração da TV Globo, Moraes não pretende migrar para outra rede social.

O perfil do ministro havia sido criado em agosto de 2017 e, mesmo sem publicações recentes, permaneceu ativo até esta semana.

Desativação tem relação com embates entre Moraes e X?

A remoção da conta ocorreu no momento em que a rede social enfrenta um impasse com a Justiça brasileira. Na quinta-feira (20), Alexandre de Moraes multou o X por descumprir uma ordem judicial que exigia o fornecimento de dados cadastrais de um perfil atribuído ao blogueiro Allan dos Santos.

A solicitação foi feita dentro de um inquérito aberto em julho de 2023 para investigar crimes cometidos por influenciadores bolsonaristas nas redes sociais. O ministro também determinou o bloqueio da conta de Allan dos Santos, o que foi cumprido pela plataforma. No entanto, a empresa de Elon Musk argumentou que "as operadoras do X não coletam dados cadastrais", recusando-se a fornecer as informações solicitadas.

Diante do descumprimento, Moraes impôs uma multa de R$ 100 mil por dia. Em outubro, determinou que a Secretaria Judiciária do STF calculasse o valor total da penalidade, que chegou a R$ 8,1 milhões. O X Brasil recorreu da decisão, mas o ministro manteve a cobrança e ordenou o pagamento imediato na quarta-feira (19).

No ano passado, a plataforma ficou bloqueada no Brasil por mais de um mês após ignorar sucessivas decisões judiciais do STF.

Perfil Brasil
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