Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

As Principais Notícias da Europa

Defesa espacial russa lança míssil balístico em meio à crise

O míssil teria sido lançado, em caráter de teste, no interior da Rússia, nesta segunda-feira; segundo o porta-voz, o lançamento queria confirmar "confiabilidade de mísseis"

14 abr 2014 - 09h40
(atualizado às 09h53)
Compartilhar
Exibir comentários
Um míssil russo "TOS-1 Buratino" e lançador de foguetes durante a "Rússia armamento Expo 2013", exposição internacional de armas, equipamento militar e munição (arquivo)
Um míssil russo "TOS-1 Buratino" e lançador de foguetes durante a "Rússia armamento Expo 2013", exposição internacional de armas, equipamento militar e munição (arquivo)
Foto: International Business Times / Reprodução

Em meio ao aumento da tensão na Ucrânia, as forças russas estratégicas de mísseis e de defesa aérea e espacial lançaram um míssil balístico intercontinental chamado “RS- 24 Yars” com ogivas múltiplas (ogiva é uma forma de arma nuclear). 

O míssil decolou de um lançador móvel às 10h40 locais desta segunda-feira (3h40 da manhã em Brasília), em Plesetsk, a 800 km de Moscou, revelou o porta-voz da força de mísseis estratégicos do Ministério da Defesa, coronel Igor Yegorov.

"O principal objetivo do lançamento era confirmar a confiabilidade de um lote de mísseis fabricados em Votkinsk, na Udmurtia", disse.

A missão teria sido bem-sucedida.

O míssil RS- 24 Yars foi projetado pelo Instituto de Tecnologia Térmica de Moscou. Misseis balísticos intercontinentais seguem uma trajetória predeterminada; alguns podem levar até várias ogivas nucleares de uma só vez.

Nos últimos dias, prédios públicos de diversas cidades do leste ucraniano foram tomados por milícias pró-russas. Para combater o movimento, o presidente interino do país anunicou o que chamou de "grande escala de operação antiterrorista" contra os manifestantes pró-russos Esta manhã, o clima de tensão se acirrou. A Rússia já havia advertido que a ação militar de Kiev teria “graves repercussões”.

Com informações do International Business Times e agência ITAR-TASS.

Entenda a crise na Ucrânia

Fonte: Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade