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Jornalistas são presos após protesto em prol de rival de Erdogan

Polícia fez operação em casas de profissionais que cobriram ato

24 mar 2025 - 10h38
(atualizado às 11h44)
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Ao menos 10 jornalistas que cobriram os protestos em Istambul contra a prisão do prefeito Ekrem Imamoglu foram detidos durante operações policiais em suas residências na madrugada desta segunda-feira (24).

    As detenções foram relatadas pelo sindicado de jornalistas turcos Disk Basin Is e ocorrem um dia após as novas manifestações desencadeadas pela prisão por suspeita de corrupção e apoio a grupos terroristas de Imamoglu, o principal opositor do presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.

    Segundo o comunicado, entre os detidos estão Onur Tosun, da emissora Now, o fotojornalista Bulent Kilic, o jornalista Zeynep Kuray, o repórter da AFP Yasin Akgul, o jornalista Hayri Tunc, o fotojornalista do município de Istambul Kurtulus Ari, o repórter do portal Sendika, Zisan Gur, o fotojornalista Murat Kocabas, e os jornalistas Gokhan Kam e Baris Ince, do BirGun.

    Hoje, a polícia turca também anunciou que mais de 1,1 mil pessoas foram detidas desde o início da onda de protestos em apoio ao considerado único político capaz de derrotar Erdogan - que está no poder há mais de duas décadas - nas próximas eleições.

    Inclusive, nas primárias do principal partido da oposição na Turquia, o CHP, para escolher o candidato para as próximas eleições presidenciais, programadas para 2028, Imamoglu recebeu quase 15 milhões de votos. As consultas, nas quais o prefeito de Istambul foi o único candidato, foram realizadas em todas as 81 províncias turcas e mais de 14.850.000 pessoas votaram, incluindo 1.653.000 membros de sigla de centro-esquerda.

    Paralelamente, um porta-voz da Comissão Europeia disse que o poder Executivo do bloco está "acompanhando de perto a situação na Turquia", que deve "respeitar os valores democráticos".

    "A prisão do prefeito de Istambul, Imamoglu, e dos manifestantes continuam a levantar questões sobre a adesão da Turquia à sua nova tradição democrática como membro do Conselho da Europa e candidato à UE. Todos os valores democráticos, os direitos dos funcionários eleitos e o direito a manifestações pacíficas devem ser totalmente respeitados", reiterou. .

Ansa - Brasil
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