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Juiz dos EUA não vai restringir aplicação da lei de imigração em locais de culto

11 abr 2025 - 16h06
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Um juiz federal se recusou nesta sexta-feira a limitar as atividades de fiscalização de imigração do governo Trump em locais de culto, decidindo contra um grupo de 27 organizações religiosas que haviam processado o governo por sua decisão de abandonar uma política anterior contra a fiscalização em locais sensíveis.

O juiz distrital Dabney Friedrich, em Washington, nomeado pelo Presidente Donald Trump durante seu primeiro mandato, concluiu que as organizações provavelmente não tinham legitimidade para entrar com o processo, afirmando que suas alegações de que estavam sendo prejudicadas eram especulativas.

Os advogados dos autores da ação, que incluem a Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA, a Conferência Central dos Rabinos Americanos e a Convenção Batista Hispânica do Texas, não responderam imediatamente a um pedido de comentário. A Casa Branca e o Departamento de Segurança Interna também não responderam aos pedidos de comentários.

Os grupos processaram o Departamento de Segurança Interna (DHS, em inglês) e outros órgãos de fiscalização de imigração em fevereiro, argumentando que a mudança de política do governo violou seu direito à liberdade religiosa de acordo com a lei federal e a Primeira Emenda da Constituição dos EUA.

Trump, um republicano, prometeu deportar milhões de pessoas que estão nos Estados Unidos ilegalmente, e o DHS disse que a mudança de política impede que as pessoas permaneçam nas igrejas para evitar a prisão.

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