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Justiça da Coreia do Sul confirma impeachment de presidente

Yoon Suk-yeol é acusado de insurreição por decretar lei marcial

4 abr 2025 - 07h34
(atualizado às 08h36)
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O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul confirmou nesta sexta-feira (4) o impeachment do presidente Yoon Suk-yeol por sua tentativa de decretar lei marcial no país.

    "Por meio deste, pronunciamos o seguinte veredito, com o acordo unânime de todos os juízes: destituímos o presidente denunciado Yoon Suk-yeol", disse magistrado principal da corte, Moon Hyung-bae.

    Com a decisão, o político torna-se o primeiro presidente sul-coreano em exercício a ser destituído do cargo em meio à tentativa de restringir direitos civis e fechar o Parlamento.

    Segundo o Tribunal Constitucional da Coreia do Sul, a declaração de lei marcial do presidente "violou" a constituição do país.

    Yoon "não apenas declarou lei marcial, mas continuou a cometer atos que violavam a Constituição e a lei, incluindo a mobilização de forças militares e policiais para obstruir o exercício da autoridade da Assembleia Nacional", acrescentou a decisão.

    O ex-presidente, que também é alvo de um processo penal por insurreição e abuso de poder, chegou a ser preso em janeiro deste ano, mas foi libertado em 8 de março.

    O partido de Yoon reagiu à decisão e disse que "aceita solenemente" o veredito. "É lamentável, mas o Partido do Poder Popular aceita solenemente e respeita humildemente a decisão do Tribunal Constitucional. Pedimos sinceras desculpas ao povo", declarou o membro do PPP e legislador Kwon Young-se.

    Já o agora ex-presidente pediu desculpas pela proclamação desajeitada da lei marcial. "Sinto muito e estou triste por não ter correspondido às suas expectativas", afirmou ele em breve declaração.

    Já o líder da oposição sul-coreana comemorou o impeachment de Yoon. "Ele destruiu a Constituição e ameaçou o povo e a democracia com as armas e facas que o povo lhe confiou", enfatizou Lee Jae-myung, que é o favorito nas eleições presidenciais antecipadas da Coreia do Sul, previstas para ocorrer dentro de 60 dias. .

Ansa - Brasil
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