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Salvini é aclamado na Liga e mira Ministério do Interior

Vice-premiê da Itália chefiou a pasta entre 2018 e 2019

6 abr 2025 - 15h10
(atualizado às 15h31)
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O vice-premiê e ministro da Infraestrutura e dos Transportes da Itália, Matteo Salvini, foi aclamado neste domingo (6) para um novo mandato como secretário do partido nacionalista Liga e indicou que vai pleitear um retorno ao Ministério do Interior, que é responsável pelas políticas migratórias do país.

    Salvini chefiou a pasta entre 2018 e 2019, período em que se tornou o político mais popular da Itália graças a medidas anti-imigração, e agora tenta retornar ao cargo após ter sido absolvido de uma acusação de sequestro em um caso ligado ao bloqueio de um navio humanitário com refugiados.

    O episódio ocorreu em 2019, quando o líder da Liga ainda era ministro do Interior, função hoje exercida por Matteo Piantedosi, considerado de perfil técnico. "Por aquilo que vocês me pediram, vou falar tanto com ele [Piantedosi] quanto com [a premiê] Giorgia Meloni. Eu estou à disposição da Itália", afirmou Salvini no congresso federal do partido, em Florença.

    A legenda nacionalista aprovou um pedido para o vice-primeiro-ministro retornar ao Ministério do Interior, e agora caberá a Meloni lidar com o impasse. "Matteo Piantedosi é um amigo e ótimo ministro, uma pessoa leal e de palavra. Esse é um congresso de partido, e os partidos fazem política, então é meu dever escutar o que meu partido pede", acrescentou Salvini.

    Sem adversários internos, o vice-premiê foi aclamado como secretário da Liga até 2029 e tentará recuperar a primazia do partido no campo da direita, hoje exercida pelo Irmãos da Itália (FdI), sigla fundada e liderada por Meloni.

    Salvini comanda a antiga Liga Norte desde 2013 e abandonou o histórico pleito da legenda pela autonomia das regiões da Itália setentrional - até a palavra "Norte" sumiu dos símbolos do partido, que assumiu um caráter mais "nacional", apostando em bandeiras como o euroceticismo e a luta contra a imigração.

    "Somos os segundos na coalizão [de direita], mas queremos voltar a ser os primeiros", disse Salvini. .

Ansa - Brasil
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