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Nova fintech para pagar licenciamento no Detran

5 jul 2017 - 21h04
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Tendo o Nubank como o principal expoente da geração de fintechs brasileiras, fato é que surge a cada dia novos negócios que têm como objetivo oferecer aos consumidores soluções simples e desburocratizadas para os seus problemas financeiros.

Foto: DINO

Apesar de atuarem em segmentos distintos, as fintechs têm como ponto em comum as pessoas que atuam na construção dessa nova forma de fazer negócio: geralmente são comandadas por jovens que carregam grande experiência anterior e que enxergaram na tecnologia uma forma de inovar. Um bom exemplo dessa nova geração é o Sem Aperto, plataforma que tem como objetivo parcelar o licenciamento online de veículos no cartão de crédito.

"O Sem Aperto nasceu em 2014, bem antes do termo fintech virar moda. A ideia surgiu depois de trabalhar alguns anos no segmento e enxergar diversas possibilidades de oferecer um serviço diferenciado a um preço justo", comenta Douglas Gonçalves, Diretor Executivo da plataforma. Oferecendo um atendimento ágil e desburocratizado, "o Sem Aperto resolve o licenciamento do veículo em até um dia útil, tudo online, sem precisar sair de casa", promete Douglas.

Entretanto, ao contrário do que a maioria pensa, o dia a dia em uma fintech não é nenhum pouco glamouroso e o retorno não acontece da noite para o dia: "enfrentamos diariamente as mesmas dificuldades que qualquer empresa em fase de crescimento enfrenta. Veja o Nubank, por exemplo, que é sem dúvida uma referência no segmento: mesmo com esse crescimento incrível, eles ainda não apresentaram lucro. O Sem Aperto não é diferente: nesses 4 anos ainda não tivemos lucro, pois primeiro temos que possuir uma base sólida de usuários para depois buscar a lucratividade", continua sem comentar valores.

Uma das saídas para as fintechs conseguirem fôlego para conseguir a lucratividade após tanto tempo operando no vermelho é diversificar os seus serviços: "recentemente lançamos uma parceria com os despachantes no Brasil que foi muito bem aceita e está gerando ganhos para todos os lados" finaliza Douglas que revelou que o Sem Aperto está em negociação com 3 fundos de investimento para aportar na fintech pois "o retorno por cada serviço prestado pelo Sem Aperto é muito baixo, por isso precisamos de escala para atingirmos o ponto de equilíbrio".

Seja como for, a nova geração de jovens entusiastas da tecnologia promete transformar totalmente a forma como estamos acostumados a fazer negócios.

Para maiores informações acesse: https://goo.gl/whxQCW

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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