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Pressão de Pequim barra acordo de venda do TikTok, diz agência

7 abr 2025 - 13h01
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A tentativa de concluir a venda das operações do TikTok nos Estados Unidos perdeu força após a China indicar que não aprovaria os termos negociados. A objeção foi interpretada como resposta às tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo fontes ouvidas por agências internacionais.

TikTok
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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil / Perfil Brasil

"Tínhamos algo como um acordo em relação ao TikTok — não exatamente um acordo, mas algo muito próximo. Depois, a China mudou os termos por causa das tarifas. Se eu desse um pequeno desconto nas tarifas, eles aprovariam esse acordo em 15 minutos. Isso mostra o poder que as tarifas têm", declarou Trump a jornalistas durante voo no Air Force One, conforme publicado pela AFP.

Na última sexta-feira (4), o presidente norte-americano decidiu estender por 75 dias o prazo para que a empresa chinesa ByteDance concretize a venda dos ativos do aplicativo de vídeos curtos a um comprador com sede fora da China. A medida visa cumprir uma lei aprovada em 2024, que proíbe a presença do TikTok no país caso o controle não seja transferido.

Por que o acordo sobre o TikTok travou?

De acordo com fontes próximas à negociação, o plano previa a criação de uma nova empresa nos EUA, responsável por administrar as operações do TikTok no território. O controle seria majoritariamente norte-americano, com a ByteDance mantendo uma participação inferior a 20%.

Ainda segundo essas fontes, a proposta já contava com o aval dos investidores atuais e futuros, da própria empresa chinesa e do governo dos Estados Unidos. No entanto, o consenso ainda não foi alcançado, conforme nota divulgada pela companhia no sábado.

"Continuamos em negociações com o governo dos EUA, mas ainda não foi alcançado um consenso. As duas partes têm diferenças significativas em vários pontos-chave", informou a ByteDance em seu perfil na plataforma chinesa WeChat.

"Acordos desse tipo estão sujeitos a procedimentos de revisão, conforme a legislação chinesa", acrescentou a empresa, reforçando a necessidade de aval de autoridades em Pequim.

Questionada sobre o andamento da operação, a Embaixada da China em Washington afirmou: "A China já expressou sua posição sobre o TikTok em diversas ocasiões. Sempre respeitamos e protegemos os direitos legítimos das empresas, e nos opomos a práticas que violem os princípios básicos da economia de mercado."

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