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Seul afirma que Coreia do Norte enviou mais de 3 mil soldados à Rússia

27 mar 2025 - 12h39
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Militares sul-coreanos informaram nesta quinta-feira (27) que mais de três mil soldados norte-coreanos foram enviados recentemente à Rússia. A movimentação teria ocorrido entre janeiro e fevereiro, segundo o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul, e indica a manutenção do apoio de Pyongyang à guerra travada por Moscou contra a Ucrânia.

Borodyanka, região de Kyiv, Ucrânia
Borodyanka, região de Kyiv, Ucrânia
Foto: depositphotos.com / DmytryiOzhhikhiin / Perfil Brasil

A estimativa se soma ao contingente de aproximadamente 11 mil soldados norte-coreanos já enviados anteriormente. Seul afirma que cerca de quatro mil deles foram mortos ou ficaram feridos em combate. Ainda de acordo com os militares sul-coreanos, Pyongyang também enviou uma "quantidade significativa" de armamentos, incluindo mísseis balísticos de curto alcance, cerca de 220 obuses autopropulsados de 170 milímetros e lançadores múltiplos de foguetes de 240 milímetros.

O que motiva a aproximação entre Rússia e Coreia do Norte?

Além das tropas, a Coreia do Sul informou que o apoio militar fornecido por Pyongyang à Rússia "deve aumentar de acordo com a situação". A informação surge no momento em que líderes europeus e aliados se reúnem em Paris para debater medidas de apoio à Ucrânia e buscar alternativas para estabilizar a região. A iniciativa acontece diante das dificuldades da Casa Branca em conduzir negociações por um cessar-fogo duradouro.

Os Estados Unidos relataram, após conversas na Arábia Saudita, que Rússia e Ucrânia concordaram em suspender o uso da força no Mar Negro e manter uma pausa nos ataques contra infraestrutura energética. No entanto, os russos condicionaram a formalização de uma trégua parcial à suspensão das sanções impostas ao setor financeiro e de exportações do país.

Enquanto isso, os laços entre os líderes Kim Jong Un e Vladimir Putin se intensificam. Desde o pacto de defesa assinado no ano passado, os dois chefes de Estado prometeram auxílio imediato caso um deles seja atacado.

Na semana passada, o principal conselheiro de segurança russo, Sergei Shoigu, esteve em Pyongyang e transmitiu pessoalmente os "mais calorosos desejos e saudações" de Putin. "Ele presta a máxima atenção à implementação dos acordos firmados com você", declarou Shoigu a Kim, segundo a agência estatal russa TASS.

Perfil Brasil
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