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Verstappen x Leclerc: a briga da nova F1?

Após brigarem no kart e terem momentos distintos na categoria, Verstappen e Leclerc ensaiam uma disputa na F1 2022

29 mar 2022 - 19h14
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Leclerc e Verstappen, a mais nova rivalidade da F1
Leclerc e Verstappen, a mais nova rivalidade da F1
Foto: F1.com

Uma das preocupações da F1 é pensar em um cenário pós-Hamilton. Querendo ou não, hoje ele é o principal nome da categoria. Até abordamos este assunto aqui no ano passado, diante dos questionamentos de operadores do mercado acionário sobre este aspecto.

O título de Max Verstappen serviu sim para colocar no cenário mais um nome para ser o nome principal da categoria. Já estava no radar. Afinal, tornou-se o grande delfim da Red Bull, tratado a pão de ló e com toda a pompa e circunstância. Jovem, rápido e ousado. Um ótimo perfil de divulgação.

Neste início de temporada, volta ao palco um nome que já havia aparecido antes, mas que foi eclipsado pelos problemas da Ferrari: Charles Leclerc. Após ter chamado a atenção na Alfa Romeo em 2018, sua performance em 2019 o credenciou a ser o desafiante da “Jovem Guarda” em relação a Sebastian Vettel e Lewis Hamilton.

O monegasco também é um projeto da Ferrari: após um início complicado pelo lado financeiro, foi apadrinhado por Nicolas Todt (filho de Jean Todt) e desde 2016 fez parte da Academia Ferrari. Não deixou de ser uma surpresa sua escolha para titular da equipe em 2019.

Em um momento aparentemente de baixa de Lewis Hamilton, estes dois jovens veteranos, que bateram roda no kart (tem um vídeo que circula nas redes da final do Mundial de Kart em 2013 mostrando ambos), acabam monopolizando as atenções neste início de temporada.

Verstappen é o campeão e que tem de provar se realmente pode inaugurar uma nova dinastia na F1 (falamos aqui). Leclerc é um estilo arrojado também, porém técnico. E tem a pressão de provar que pode sim ser grande. Sua velocidade é inegável. Porém alguns acidentes acabam por deixar dúvidas. Logo vem à mente os acidentes nos treinos em Baku 2019 e Mônaco 2021.

Mas agora parece diferente. Talvez pela maior confiança no F1-75, Leclerc soa como um piloto mais tranquilo, focado. Isso pode fazer diferença ao longo do ano, contando que a Ferrari consiga manter o ritmo de desenvolvimento desta base que soa muito sólida. 

Como bem escreveu o amigo Luís Gustavo aqui no GP do Bahrein, esta é uma luta que está em seu início e, que por enquanto, está sendo disputada com o máximo respeito. Entretanto, não podemos descartar Carlos Sainz Jr, Sergio Perez e ainda a dupla da Mercedes, que até agora é a grande dúvida e desilusão de 2022. 

Ainda temos 20 etapas, mas a F1 se anima com uma briga entre jovens protagonistas. Afinal, não bastam somente boas corridas, mas também dois ótimos personagens para explorar.

Parabólica
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