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Disco voador? Entenda o que é o ‘buraco’ entre nuvens que chamou a atenção de moradores no litoral de SP

Registros do momento, que aconteceu em Peruíbe, circulam nas redes sociais

25 mar 2025 - 16h37
(atualizado às 16h52)
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Registro publicado na última quinta-feira, dia 20, em uma página voltada à comunidade de Peruíbe, no litoral de São Paulo
Registro publicado na última quinta-feira, dia 20, em uma página voltada à comunidade de Peruíbe, no litoral de São Paulo
Foto: Reprodução/Facebook/Soul Peruíbe-Marcia Geovana

Uma forma estranha no céu, formada por um ‘buraco’ entre nuvens, chamou a atenção de moradores de Peruíbe, no litoral de São Paulo, nos últimos dias. Imagens circularam nas redes sociais e foram feitos os questionamentos: é obra de alienígenas? São vestígios de um disco voador? Ao Terra, um meteorologista explicou o fenômeno.

Trata=se de uma “nuvem cavum”, pontua Humberto Barbosa, meteorologista e coordenador do Laboratório de Processamento de Imagens de Satélites (LAPIS), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Segundo o especialista, é um buraco bem definido, geralmente circular, em uma fina camada de nuvem de gotículas de água super-resfriada.

“Cavum é tipicamente uma característica circular quando visto diretamente de baixo, mas pode parecer oval quando visto de longe”, explica.

Esse fenômeno se forma em dois tipos de nuvens que normalmente se apresentam em camadas, que são as cirrocumulus e a altocumulus. E ele pode ser causado, por exemplo, pelo movimento das aeronaves através de aglomerados de nuvens.

Apesar de muitas pessoas associarem essa formação a alienígenas, se trata de um fenômeno meteorológico curioso.

Humberto dá o exemplo de uma imagem de satélite registrada sobre o Golfo do México, na costa oeste da Flórida, em 30 de janeiro de 2024, que mostra "do alto" uma formação do tipo. O registro capturado pelo Modis (sigla de Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer), no satélite Terra da NASA, mostra um aglomerado de cavum.

Vista de satélite de um exemplo de “nuvem cavum”
Vista de satélite de um exemplo de “nuvem cavum”
Foto: Reprodução/NASA
Fonte: Redação Terra
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