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Alopecia androgenética: o que é a doença que afeta Xuxa?

A apresentadora compartilha como a condição afeta sua autoestima e os tratamentos disponíveis para a alopecia feminina Xuxa Meneghel, uma das personalidades mais queridas e influentes do Brasil, tem se aberto sobre um tema delicado: a alopecia androgenética feminina. Essa condição que afeta milhões de mulheres, especialmente com o avanço da idade. Recentemente, a apresentadora revelou como a perda […]

30 jan 2025 - 16h33
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A apresentadora compartilha como a condição afeta sua autoestima e os tratamentos disponíveis para a alopecia feminina

Xuxa Meneghel, uma das personalidades mais queridas e influentes do Brasil, tem se aberto sobre um tema delicado: a alopecia androgenética feminina. Essa condição que afeta milhões de mulheres, especialmente com o avanço da idade. Recentemente, a apresentadora revelou como a perda de cabelo impacta sua vida pessoal e profissional, desafiando tabus e trazendo à tona um debate sobre os efeitos emocionais da calvície feminina.

A apresentadora compartilha como a alopecia androgenética afeta sua autoestima e os tratamentos disponíveis para a alopecia feminina
A apresentadora compartilha como a alopecia androgenética afeta sua autoestima e os tratamentos disponíveis para a alopecia feminina
Foto: Reprodução Instagram / Internet / Revista Malu

O que é alopecia androgenética?

A alopecia androgenética, popularmente conhecida como calvície de padrão feminino, é uma das causas mais comuns de distúrbios capilares entre as mulheres. De acordo com estimativas, 50% das mulheres com mais de 50 anos serão afetadas por essa condição, que resulta no afinamento progressivo dos fios de cabelo e no aumento da rarefação nas regiões frontal e no topo do couro cabeludo. "Essa condição tem um grande impacto psicológico, já que o cabelo é associado à feminilidade e à auto-estima", explica o doutor Cristiano Kakihara, médico dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Ao contrário de outras doenças capilares, como o eflúvio telógeno — que está relacionado a fatores como estresse, doenças sistêmicas e infecciosas —, a alopecia androgenética tem causas genéticas e hormonais específicas. A interação dos hormônios masculinos com os folículos capilares causa o enfraquecimento e o afinamento dos fios. "Geralmente, a condição começa nas áreas frontal e vértice da cabeça, e pode se espalhar com o tempo", detalha o médico especialista.

Xuxa, com sua característica franqueza, compartilhou que o impacto emocional da alopecia androgenética é profundo. Ela destacou a importância de aceitar a condição e buscar ajuda profissional. Ressaltando que o autocuidado e o tratamento adequado são essenciais para o bem-estar e auto-estima.

Os tratamentos da alopecia androgenética 

Felizmente, a medicina oferece uma série de tratamentos eficazes para a alopecia androgenética. De medicações tópicas e orais, a terapias a laser e procedimentos como infiltrações capilares, as opções variam conforme o grau da doença. "O tratamento precoce é fundamental para retardar a progressão da doença. Em casos mais avançados, o transplante capilar é uma solução viável", explica o doutor Kakihara.

A coragem de Xuxa em falar abertamente sobre sua experiência tem sido uma fonte de inspiração para muitas mulheres. Encorajando-as a enfrentar a perda de cabelo sem vergonha e a buscar ajuda profissional. Ao compartilhar sua jornada, Xuxa desmistifica a calvície feminina e lembra a todas que o envelhecimento e a saúde capilar são questões naturais, tratáveis com o apoio adequado.

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