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Protetores de quinas podem evitar cortes e contusões

26 abr 2013 - 07h11
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A chegada de um bebê traz consigo muitas mudanças. A rotina da família é alterada, novos hábitos são criados, e outros têm de ser abandonados. Mas não é apenas o seu dia a dia que precisa ser adaptado para receber o bebê, a casa também deve passar por uma transformação e se tornar um ambiente seguro para ele.

Quinas desprotegidas são perigosas, principalmente quando o bebê está aprendendo a andar
Quinas desprotegidas são perigosas, principalmente quando o bebê está aprendendo a andar
Foto: Shutterstock

Além de manter remédios e produtos tóxicos fora do alcance da criança, impedir o acesso a escadas e janelas e tampar todas as tomadas da casa, um detalhe não pode ser esquecido: a proteção das quinas de móveis. A recomendação da Organização Não Governamental Criança Segura, dedicada à prevenção de acidentes com crianças e adolescentes, é dar preferência a móveis com pontas arredondadas - o que não significa trocar toda a mobília da casa. Para o caso das linhas retas, protetores de quinas são uma boa solução. Segundo o pediatra do Ambulatório de Pediatria do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Paulo Borchert, as quinas devem ser protegidas, pois podem causar ferimentos sérios como cortes e contusões. Além disso, devem ser evitados os móveis de vidro ou qualquer outro material cortante que possa quebrar e provocar ferimentos mais graves.

O perigo é maior quando o bebê está aprendendo a andar, pois nesta fase, a criança ainda não tem muito equilíbrio, o que facilita quedas e batidas. 

Protetores nos móveis

Fundamentais para evitar cortes e arranhões causados por choques contra móveis, os protetores de quinas podem ser aplicados em mesas, armários, prateleiras ou qualquer objeto com arestas pontiagudas. Assim como não há recomendação de móveis específicos, também não há indicação de altura, visto que o choque pode ocorrer em qualquer parte do corpo. Logo, os protetores podem ser utilizados onde se julgar necessário.

São comercializados em lojas de artigos infantis protetores de silicone, autoaderentes e transparentes. Apesar de as peças de silicone serem esteticamente mais bonitas, Borchert esclarece que o mais importante é que os protetores sejam feitos de um material macio. O pediatra sugere como alternativa caseira a confecção de protetores com espuma, plástico bolha ou feltro, que podem ser afixados com fita crepe. No entanto, os pais devem ter atenção ao tamanho e aderência dos protetores, pois se forem muito pequenos e facilmente descoláveis, há risco engasgamento, caso o bebê os coloque na boca.

De acordo com Borchert, não há uma idade específica em que as proteções possam ser retiradas da casa. A orientação do médico é que os pais observem de perto o desenvolvimento dos filhos, pois o melhor momento para fazer a casa “voltar ao normal” é determinado pelo nível de compreensão de perigo e autocontrole demonstrados pela criança. Ele ressalta que mesmo crianças em idade escolar podem ter noções de segurança, mas pouco discernimento para avaliar as consequências de suas ações. “Muitos se identificam com super-heróis, e seu comportamento é de desafio constante às regras estabelecidas para a sua segurança”, observa.

Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra
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