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Do alfabeto espiritual: B de beleza

21 jul 2021 - 12h24
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Sigo com meu ABCdário de balizas Espirituais destacando o B, escolho essa força, ligada intimamente à ordem e prazer, a Beleza.

A exortação 'Que você ande na Beleza', comum entre povos nômades e indígenas espalhados pelo mundo todo, cobrindo as latitudes e longitudes mais remotas da Terra, capta a essência dessa prática espiritual.

O que aprendemos dela? Que a Beleza é dupla, o caminho que você percorre e tudo aquilo que cerca o caminho. No esplendor da Criação, vemos suas formas externas. Na benevolência da generosidade, reconhecemos suas expressões internas.

O princípio dessa prática é compreender que a Beleza está em tudo, esperando apenas que você a desembrulhe, perceba e valoriza. Marca crescimento espiritual o permitir-se sentir seus efeitos na alma, experienciar acontecimentos de tirar o fôlego, reflexos mais sutis ou mais sublimes do esplendor ao redor.

Como encaminhar essa prática? Prestando atenção para os obstáculos de desordem e confusão. Se tivermos muitas tarefas (coisas empilhadas) diante de nós, fica mais difícil avaliar e encontrar o bonito de todas as coisas. A aliado da Beleza é a simplicidade. Ao aparar os excessos, criamos aberturas para as culminâncias.

No fluir do cotidiano, nossos pensamentos costumam estar rígidos e automáticos, restringindo nossa fruição da Beleza. Se estivermos presos a uma rotina, nunca descobriremos as maravilhas escondidas nos cantinhos da vida. Se tivermos uma compreensão reducionista e estreita da estética, ficaremos limitados em nossa capacidade de reconhecer as múltiplas manifestações da Beleza.

O desafio que lanço: buscar a Beleza no surpreendente, cultivar seu prazer, vivenciar seu caráter estimulante e calmante. Na prática será preciso afastamento das maneiras pré-programadas e habituais de ver e ser.

Uma proposta: escolher uma cor de preferência (no Inverno gosto do vermelho encarnado, vibrante) e procurar no ambiente ao redor algo que destaque a cor escolhida.

Outra: conferir na previsão do tempo a hora do crepúsculo. Suspender as atividades cinco ou dez minutos antes e após o escurecer. Avaliar as mudanças de luz e sombra, claridade e opacidade que transitam marcando a experiência.

Pra finalizar, sublinhando uma possibilidade de prática interior: ajudar alguém necessitado buscando entender tal ato como expressão da Beleza dentro de você.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold ou entrar em contato com ela, clique aqui.

Fonte: Marina Gold
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