Empatia muitas vezes é invisível aos olhos, diz vidente
Sou empática. Uma esponja humana. Um empático é uma pessoa que nasceu com um determinado acento no sistema nervoso, o cérebro configurado de uma maneira diferente do usual. Alguns cientistas indicam um aumento na rede de neurônios-espelho.
Tal diferença proporciona o quê? Um alto grau de sensibilidade. Todo o aparelho sensorial do empático é caracterizado por baixo grau de tolerância: luz, aroma, som, sensações mais sutis, qualquer coisinha já nos afeta fortemente.
Tanto é assim que, com frequência, o empático pode ficar um pouco mareado ou levemente confuso quando em meio à grande quantidade de agitação e estímulo. Um show de rock é, para o empático, o pior dos programas, um exagero que chega a ser extenuante.
Também a natureza emocional e a intuição do empático são hipersensíveis. O que representa tendência exacerbada para captar, compreender e modelar impulsos e energias espirituais. Exatamente aquilo que muitos, por falta de expressão melhor, chamam de “dom”.
O cotidiano do empático costuma ser pontuado por profundas conexões inconscientes. A maior parte daquilo que o empático sente ou “sabe” não está atrelado à lógica, não é acessado de forma direta, remexe com parcelas significativas de energia e, muitas vezes, não pode ser verificado de imediato, ainda que se comprove com o passar do tempo.
Lidando com os sofrimentos, conflitos e coisas ocultas que localiza dentro das pessoas, o empático pode, complementarmente, desenvolver atividades de médium ou vidente. Sua habilidade na dinâmica de intercâmbio energético com outras almas proporciona amplo trânsito pelos aspectos e processos espiritulistas em geral.
A última das características do empático, uma das mais importantes, é sua inclinação particular para buscar solução para os problemas alheios. Absorvendo e descarregando grandes parcelas de energia, o empático coloca em movimento aquela inesquecível lição do Pequeno Príncipe (de Saint-Exupéry): “O essencial é invisível aos olhos”.
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