Muro de Berlim - Hoje em dia restam apenas alguns traços do muro que dividiu a Alemanha durante a Guerra Fria, um símbolo da divisão do mundo na época. Construído em 1961 e destruído em 1989, foram preservados alguns trechos e construídos memoriais ao longo do seu trajeto para relembrar a divisão e celebrar a reunificação do país
Portão de Brandemburgo - Único portão antigo conservado na cidade, o Portão de Brandemburgo também já representou a separação da cidade entre leste e oeste e é outro símbolo da unificação. A obra, no entanto, é muito anterior à divisão e é um dos maiores exemplos do classicismo alemão. Construído como entrada de Berlim entre 1788 e 1791, foi modelado segundo os Propileus da Acrópole de Atenas, com seis colunas dóricas de cada lado, que formam cinco passagens
Gendarmenmarkt - Um dos pontos mais visitados de Berlim não só por turistas, mas também pelos moradores locais, a Gendarmenmarkt possui um conjunto de prédios históricos que a torna destino obrigatório. Nela ficam a Catedral Francesa e a Catedral Alemã, uma de frente para a outra, e a Sala de Concertos, em um belo conjunto arquitetônico. É também um ponto de muitos restaurantes, hotéis e lojas
Ilha dos Museus - Localizada ao norte do rio Spree, a Ilha dos Museus abriga cinco museus renomados e desde 1999 o local é patrimônio mundial da Unesco por seu conjunto arquitetônico e cultural único. Nela ficam o Antigo Museu, o Novo Museu, a antiga Galeria Nacional, o Museu Pergamon e o Museu Bode
Torre da TV - Um dos símbolos da antiga República Democrática Alemã, a Torre da TV é o edifício publicamente acessível mais alto da Europa, com 368 metros. É impossível ir a Berlim sem vê-la no horizonte, mas também é possível visitá-la e observar a cidade, o que é feito por cerca de 1 milhão de pessoas por ano
Memorial do Holocausto - Inaugurado em 2005, o Memorial aos Judeus Mortos na Europa é composto por 2.711 blocos de concreto para lembrar os mortos durante a Segunda Guerra Mundial, e por isso é mais conhecido como Memorial do Holocausto. A obra foi feita pelo arquiteto Peter Eisenman e do engenheiro Buro Happold e ocupa uma área de 19 mil metros quadrados
Castelo de Charlottenburg - Este antigo palácio da Prússia é o maior de Berlim. Sua construção foi iniciada no final dos anos 1600, mas todo o complexo passou por diversas ampliações e remodelações que podem ser vistas até hoje, assim como diversos jardins na propriedade. Seu nome é originário da primeira rainha da Prússia, Sophie Charlotte, para quem o local foi erguido como residência de verão
Parlamento Alemão - O edifício do Reichstag é a sede do Parlamento Alemão e uma construção emblemática por seu projeto arquitetônico e pela polêmica que gerou sua construção, pois na época, 1884, o imperador Guilherme I era contrário ao fato de que a cúpula ficaria mais alta que o castelo. O Reichstag foi também palco de muitos fatos históricos polêmicos, como o incêndio de 1933 que se tornou pretexto para Adolf Hitler tomar o poder no país. O local foi destruído na Segunda Guerra e passou por diversas reconstruções até ganhar novamente a polêmica cúpula e voltar a ser o parlamento do país em 1999
Bebelplatz - A praça Bebelplatz é outro ponto histórico de Berlim, e por um motivo nada nobre. Foi nela que em 10 de maio de 1933 os nazistas queimaram cerca de 20 mil obras literárias de escritores, cientistas, filósofos e jornalistas. No local há um memorial, inaugurado em 1995, com prateleiras de livrarias subterrâneas vazias e que poderiam receber justamente cerca de 20 mil obras
Cemitério Judeu em Weißensee - Este cemitério judeu está na lista de propostas da Alemanha para figurar como patrimônio mundial da Unesco. O local é o maior da Europa e lembra uma floresta encantada. Em seus 40 hectares ficam mais de 115 mil lápides que relembram os 300 anos de história judaica na cidade